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Homem que se passava por médico é preso no sul do Pará

O homem é natural da cidade de Imperatriz, do estado do Maranhão e usava o CRM de um médico que atua no Estado de São Paulo

sábado, 06/08/2022, 14:42 - Atualizado em 06/08/2022, 16:54 - Autor: DOL Carajás com informações de Sandra Regina

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O homem tinha acabado de fazer um atendimento numa clínica médica no centro de urgência e emergência
O homem tinha acabado de fazer um atendimento numa clínica médica no centro de urgência e emergência | Divulgação PC

Um homem acusado de exercer de forma ilegal o exercício da profissão de médico foi preso na manhã deste sábado (6) no município de Conceição do Araguaia no extremo sul paraense.

O homem tinha acabado de fazer um atendimento numa clínica médica no centro de urgência e emergência do hospital do município.

Ele se apresentou como Emanuel Henrique Cardoso Muniz, e atendia como médico plantonista, no Hospital Regional de Conceição do Araguaia (HRCA).

O homem é natural da cidade de Imperatriz, do estado do Maranhão e usava o CRM de um médico que atua no Estado de São Paulo. A informação preliminar é que o médico já teria sido preso em outra cidade da região. 

Não é o primeiro caso no Brasil neste ano de 2022 de homens se passarem por falsos médicos, entretanto.

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No último dia 22 de julho, o policial Khlisto Sanderson Ibiapino de Albuquerque, de 34 anos, preso no interior do Ceará, se passou por médico em, pelo menos, três hospitais nas cidades de Paraipaba e Itapajé, no Estado onde houve a captura e no município de Triunfo Potiguar, no Rio Grande do Norte, que confirmou a atuação dele.

 

Ele se apresentou como Emanuel Henrique Cardoso Muniz, e atendia como médico plantonista
Ele se apresentou como Emanuel Henrique Cardoso Muniz, e atendia como médico plantonista | Divulgação PC
 

Em janeiro deste ano, outro homem acusado de exercer ilegalmente a profissão foi preso em Marabá momentos depois de um idoso morrer na clínica onde ele atuava.

A promotoria de Justiça afirma que a Polícia concluiu sobre a ilegalidade no exercício da medicina. Mas a Justiça entendeu que ainda faltam mais elementos de comprovação. (Sandra Regina)


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