A defesa de um dos suspeitos envolvidos na investigação da morte de Marli Pereira da Silva, de 40 anos, cujo corpo foi encontrado no Rio Tauarizinho, no ponto logo abaixo da ponte da BR-230, próximo ao bairro Cidade Jardim, em Marabá, no sudeste paraense, compareceu à delegacia na manhã desta quinta-feira (12) para a apresentação espontânea do cliente. No entanto, o depoimento foi reagendado para as 15h30 devido à agenda da autoridade policial (HDN), que priorizou a oitiva de familiares da vítima durante a manhã.
Estratégia da Defesa
Em contato com a imprensa na porta da unidade policial, o advogado do suspeito evitou detalhar a linha de defesa ou o teor do que será dito nos autos. O defensor limitou-se a afirmar que o cliente está disposto a colaborar plenamente com as autoridades para o esclarecimento das circunstâncias da morte.
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Questionado sobre o momento da apresentação, o advogado rebateu as suspeitas de uma estratégia para evitar a prisão em flagrante:
• Voluntariedade: A defesa sustenta que a apresentação é um ato voluntário do investigado;
• Prazo: O defensor afirmou que o período legal do flagrante já havia expirado quando ocorreu o contato inicial com a polícia.
Próximos Passos
A expectativa das autoridades é que o relato formal ocorra ainda hoje, no meio da tarde. O depoimento é considerado peça fundamental para o andamento do inquérito e para confrontar as informações já colhidas com as testemunhas e familiares da vítima encontrados no rio.
O portal segue acompanhando a movimentação na delegacia e trará atualizações assim que a oitiva for concluída.
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