Com sede em Nova York e filiais ao redor do mundo, a Saphira & Ventura Gallery é especialista em arte moderna e contemporânea, bem como design e arquitetura. Pode ser definida como uma galeria de arte do futuro. Isso porque utiliza tecnologia para criar exposições virtuais, realizar performances artísticas e oferecer experiências únicas para seus visitantes.

Especialista em arte moderna e contemporânea, bem como design e arquitetura, o espaço pode ser definido

Crianças brincando as margens do rio
Crianças brincando as margens do rio | Maycon Nunes

como uma galeria de arte do futuro. Isso porque utiliza tecnologia para criar exposições virtuais, realizar performances artísticas e oferecer experiências únicas para seus visitantes.

A S&V conta com sede em Nova York, mas tem unidades e faz exposições por todo o mundo. 

Três artistas paraenses tiveram suas obras expostas na Saphira & Ventura Gallery em Nova York, Maycon Nunes, Odair Mindelo e  Geraldo Teixeira levaram um pouco da cultura do Pará para fora do Brasil. 

O evento aconteceu do dia 21 a 22 de junho e foi um sucesso. Os artistas foram selecionados também para apresentar NFTs de Design de Interiores e sustentabilidade voltados para escritórios, residências e hotéis. 

Nunes é  um artista multimídia de Belém, e um fotógrafo comprometido tanto na comunidade amazônica como na internacional. Que já é representado pela Saphira & Ventura Gallery, e expõem seus trabalhos ao redor do mundo. 

Nascido em Santa Catarina, Maycon mora em Belém há 17 anos, e diz que seu sonho sempre foi morar na Amazônia, sempre estudou sobre  o local, e que tem uma paixão enorme pelas belas paisagens que o Pará oferece. 

Suas obras relatam o cotidiano da vida em Belém e no interior do Estado, onde visita aldeias indígenas e comunidades ribeirinhas. Sua exposição em Nova York levou imagens da Aldeia do povo Kayapó em São Félix do Xingu. 

 Odair Mindelo, o artista que capta e explora nas suas pinturas os temas da Amazônia. Mindelo faz um apelo quando revela suas NFTs através de sua técnica diferenciada, que pode ser vista na série “Diálogos”, onde há ações de valorização e preservação da Amazônia, e também uma reconstrução de maneira antropomórfica.

Obra do artista Paraense | Odair Mindelo

Geraldo Teixeira, pintor também natural de Belém, com representação internacional de grande projeção. Um pintor com uma estética única, que incorpora elementos geométricos e simbólicos da Amazônia, acrescentando um toque contemporâneo. 

Em 2024 teremos a Bienal AMA+ZÔNIA Art Design Architecture Technology? 

Esta será a primeira Bienal de relevância que une pessoas e povos de diferentes nacionalidades, envolvendo a comunidade local no projeto e circulando a economia através de seus desdobramentos. É um planejamento que está sendo cuidadosamente preparado para a comunidade local, e tem como meta deixar um legado para a cidade de Belém: um centro cultural e educacional de arte e tecnologia. Assim, a primeira edição da Bienal Amazônia será realizada em 2024, fazendo arte com responsabilidade, comprometimento com artistas locais e internacionais e mostrando ao mundo a beleza natural e a riqueza cultural da Amazônia e de seus povos. A Bienal promoverá isto através das artes, mas, principalmente, promovendo um intercâmbio cultural que beneficiará os artistas e profissionais locais, criando oportunidades e novas experiências para os artistas, galeristas, curadores, educadores de tecnologia internacionais, e outros que participarão do programa imersivo em Belém.  

A Bienal busca chamar a atenção do Brasil e do mundo sobre a importância da Floresta Amazônica para a vida dos brasileiros, para sua economia e também para o clima mundial. Ela vai mostrar que os povos nativos da Amazônia fazem parte da identidade brasileira e que os seus saberes ancestrais poderão dar respostas aos problemas que o planeta enfrenta atualmente. Tudo isto por meio da ciência, arte, design, tecnologia, música, cinema, fotografia, teatro e dança. De forma criativa e lúdica. 

A Bienal visa superar barreiras geográficas, ideológicas e partidárias. Ela quer dar um palco às pessoas que vivem na floresta para que sejam vistas e ouvidas. 

Um programa especial que mobiliza as pessoas para que adotem esta causa e que tomem ações concretas para promover a visão de um desenvolvimento verde, próspero, sustentável e inclusivo da Amazônia, integrando o homem e a natureza e conciliando economia e ecologia.

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