No último mês, o cantor Gusttavo Lima esteve envolvido em polêmicas sobre os cachês de seus shows, após denúncias de que os locais em que era contratado para se apresentar pagavam um valor alto ao artista usando verba pública, que poderia ser usada pra outros fins. A Justiça está investigando o caso. 

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Recentemente, uma CPI do sertanejo foi aberta para investigar como municípios pequenos pagam cachês tão altos a esses artistas. Enquanto isso, o STJ proibiu que municípios pequenos realizassem gastos excessivos com shows, haja vista a situação precária em relação a vários serviços públicos e que a população sofreria consequências graves com tais despesas. 

Após essa poeira baixar, mais uma surgiu na vida do cantor. Gusttavo Lima foi acusado de dar calote em uma empresa que instalou equipamentos em sua mansão. O valor surpreende e bate a cifra de R$68 mil reais. 

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De acordo com a colunista Fábia Oliveira, do portal Em Off, o cantor e sua empresa, a Balada Eventos, se tornaram alvo de uma ação na Justiça por não pagamento a uma empresa de automação de áudio e vídeo que prestou serviços à ele.

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Ainda segundo Fábia, que teve acesso aos autos do processo, a defesa de Gusttavo Lima afirma que não existe prova escrita, que a foto juntada na petição inicial não tem nitidez, além de não identificar quais aparelhos eletrônicos foram instalados, nem datas da aquisição e instalação na mansão do artista, em Goiânia (GO). Por isso, pede extinção processual.

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