Andressa Urach, conhecida por trabalhar como criadora de conteúdo adulto, gerou grande repercussão na última sexta-feira (02) ao revelar nas redes sociais que gravou um vídeo explícito com o filho, Arthur Urach, de 20 anos de idade.
O anúncio causou uma onda de críticas e questionamentos sobre a legalidade da ação, com internautas levantando a hipótese de que o caso poderia envolver incesto. No entanto, especialistas em direito explicam que, de acordo com a legislação brasileira, não houve infração penal.
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Segundo a legislação, o incesto em si não é tipificado como crime no Brasil, desde que ambas as partes envolvidas sejam maiores de idade e tenham consentido a relação. Legalmente, não há crime no caso de Andressa Urach com o filho, a menos que houvesse alguma condição de vulnerabilidade por parte do filho, como incapacidade mental ou alguma interdição formal.
De acordo com especialista na área, a questão seria diferente se Arthur não tivesse dado o consentimento para a gravação. Nesse caso, a situação poderia ser tratada sob a ótica da violação de privacidade, um direito protegido pela Constituição, o que resultaria em possíveis consequências legais. No entanto, como não há indícios de que isso tenha ocorrido, não há motivos para considerar o suposto vídeo como um crime, desde que o consentimento tenha sido dado de forma consciente e voluntária.
Embora o caso não envolva ilegalidade, especialistas alertam para os impactos do consumo excessivo de conteúdo pornográfico, um tema que para muitos já se tornou um problema de saúde pública, especialmente entre o público masculino. Nas redes sociais, o anúncio de Andressa levantou uma discussão mais profunda sobre os efeitos desse tipo de material e como ele pode influenciar as relações e comportamentos sociais.
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Entenda a repercussão
O vídeo foi anunciado por Andressa Urach nas redes sociais, com uma mensagem explicativa sobre a gravação. "Gravei com meu filho Arthur! Esse é o vídeo que mais me pediram. Eu só gravei quando tive certeza de que estava pronta", escreveu a ex-participante de "A Fazenda".
De acordo com ela, o conteúdo será disponibilizado na plataforma Privacy, especializada em vídeos adultos, onde Andressa costuma publicar colaborações com outras personalidades do meio.
A plataforma cobra R$ 200 por um mês de assinatura, com descontos para pacotes de três ou seis meses. Andressa também foi responsável por gravar um vídeo com o pai e a ex-sogra dela no ano passado, ambos envolvidos no mercado de conteúdo adulto.
Embora o caso tenha gerado muita polêmica, as questões legais, segundo a justiça brasileira, não configuram crime, desde que todas as partes envolvidas tenham agido de forma consentida e dentro dos parâmetros da lei.
Ainda, é preciso saber se de fato houve a relação entre mãe e filho, pois o jovem trabalha como cinegrafista e com isso o "Gravei com meu filho" pode apenas indicar que houve o trabalho profissional e não necessariamente a relação sexual.
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