O ator Marcos Palmeira virou alvo de criminosos que usaram inteligência artificial para criar um vídeo falso em seu nome. A gravação fraudulenta pede doações para a investigação do caso do cão Orelha, morto após espancamento em Santa Catarina.
Criminosos criaram um deepfake com a imagem de Marcos Palmeira para aplicar um golpe nas redes sociais. Na gravação falsa, o rosto e a voz do artista foram manipulados por meio de inteligência artificial.
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A mensagem apela para o lado emocional dos doadores e usa frases de impacto, como "vamos fazer o que é certo" e "vamos fazer o que Deus nos ensinou".
Marcos Palmeira divulgou nota em que lamenta o uso indevido de sua imagem. O artista, conhecido por defender causas ambientais, classificou a prática como sórdida e ressaltou a necessidade de combater esse tipo de crime.
"Os criminosos se apropriaram de uma causa importante, que eu apoio, para aplicar o golpe. É uma prática sórdida que a gente tem que denunciar e combater", afirmou o ator em comunicado publicado pela coluna do jornalista Ancelmo Gois.
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O veterano ainda alertou sobre os riscos de fraudes digitais em ano eleitoral.
"Precisamos ficar sempre muito atentos, principalmente neste ano de eleição, que não vai ser fácil", destacou.
O caso do cão Orelha
O cachorro comunitário conhecido como Orelha foi encontrado em estado grave sob um carro na Praia Brava, bairro nobre de Florianópolis, no dia 4 de janeiro de 2026.
O animal havia sido espancado e foi levado para uma clínica veterinária, mas morreu no dia seguinte.
A Polícia Civil tomou conhecimento do caso cerca de 10 dias após a morte, quando moradores fizeram denúncias e organizaram protestos. A comunidade local exigiu investigação e punição dos responsáveis.
Investigação avança com suspeitos identificados
No dia 19 de janeiro, as autoridades informaram que quatro adolescentes eram investigados pelas agressões ao cachorro. O andamento das apurações já resultou em:
- Cumprimento de mandados de busca e apreensão nos endereços dos suspeitos;
- Inclusão de adultos na investigação por possível coação durante o processo.
O caso ganhou repercussão nacional e revelou não apenas a crueldade contra o animal, mas também a forma como golpistas se aproveitam de tragédias para aplicar fraudes digitais cada vez mais sofisticadas.
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