A divulgação e a circulação de trechos do áudio da caixa-preta do voo que transportava os Mamonas Assassinas voltaram a gerar repercussão nas redes sociais e em plataformas de vídeo, mesmo três décadas após o acidente aéreo ocorrido em 2 de março de 1996.
As gravações registram as comunicações entre a cabine e o controle de tráfego aéreo nos minutos que antecederam a colisão da aeronave com a Serra da Cantareira, na Zona Norte de São Paulo. O grupo retornava de um show em Brasília com destino a Guarulhos quando o jatinho caiu durante o procedimento de aproximação.
A análise técnica da caixa-preta integrou o relatório oficial sobre o acidente e apontou fatores operacionais relacionados à fase final do voo. As informações passaram a ser utilizadas como referência em estudos e treinamentos voltados à segurança da aviação.
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Em 2026, a morte dos integrantes completa 30 anos. Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli estavam a bordo da aeronave no momento da queda. O caso permanece entre os acidentes aéreos de maior repercussão no país.

Nesta segunda-feira (23), os corpos dos músicos foram exumados no Cemitério Primaveras, em Guarulhos, na Região Metropolitana de São Paulo. Segundo comunicado divulgado nas redes sociais do grupo e do cemitério, a medida faz parte da criação de um memorial no local.
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Parte das cinzas será destinada ao Jardim BioParque Memorial, onde serão plantadas cinco árvores, cada uma em referência a um integrante. A administração informou que os túmulos permanecerão disponíveis para visitação de familiares e fãs.
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