A polêmica envolvendo o influenciador Carlinhos Maia e o ICMBio ganhou um novo capítulo na última terça-feira (14) e voltou a movimentar as redes sociais. O criador de conteúdo, que afirma estar sendo processado em R$ 1 milhão por suposta infração ambiental em Fernando de Noronha, voltou a se pronunciar publicamente e disse estar sendo alvo de perseguição.
Segundo Carlinhos, a autuação teria ocorrido após ele registrar um vídeo em que um amigo aparece alimentando uma gaivota no arquipélago. O influenciador, no entanto, afirma que apenas filmou a cena e contesta a interpretação de uso indevido da imagem do animal para fins comerciais.
Em meio à repercussão, o humorista decidiu reforçar sua argumentação citando um caso semelhante envolvendo o ator Malvino Salvador. Nos stories publicados em suas redes sociais, ele resgatou um antigo vídeo em que o artista aparece durante uma viagem em família, mostrando a filha alimentando um pássaro com um peixe em Noronha.
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No registro, Malvino chega a comentar que foi informado de que a prática era proibida na região. Para Carlinhos, a diferença no tratamento entre os casos levanta questionamentos sobre a aplicação das penalidades.

“Vamos atrás e ver se essas pessoas, entre tantas outras, tiveram multas de 1 milhão de reais. Lembrando que eu não alimentei!”, afirmou o influenciador em publicação.
A situação ganhou ainda mais repercussão após Carlinhos alegar que o vídeo antigo de Malvino, que teria sido produzido em uma suposta ação de conscientização ambiental, teria sido removido das plataformas após a polêmica vir à tona. Ele classificou o episódio como um possível apagamento de evidências.

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“Apagaram, na cara dura, a prova que mostra a falta de credibilidade desse órgão”, disse.
O caso segue repercutindo nas redes sociais e reacende debates sobre fiscalização ambiental, responsabilidade em áreas de preservação e o alcance de influenciadores digitais em conteúdos gravados em unidades de conservação.
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