A seleção brasileira inicia, no próximo sábado (13), sua caminhada em busca do tão sonhado hexacampeonato mundial. O primeiro desafio será diante de Marrocos, pela estreia na Copa do Mundo de 2026. E, além da confiança no trabalho do técnico Carlo Ancelotti, muitos torcedores têm recorrido às tradicionais coincidências que marcaram campanhas vitoriosas do Brasil no passado.
Após o corte do lateral-direito Wesley, por lesão, algumas semelhanças com as campanhas do tetracampeonato, em 1994, e do pentacampeonato, em 2002, passaram a chamar atenção e alimentar o imaginário dos apaixonados por futebol.
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A "maldição" da Roma aparece novamente
O clube italiano Roma, curiosamente, esteve presente nos bastidores das duas últimas conquistas mundiais do Brasil.
Na Copa de 1994, o zagueiro Mozer, então jogador do Benfica, foi cortado da seleção, e Aldair, atleta da Roma, assumiu a vaga. Já em 2002, Emerson, que defendia a equipe italiana, sofreu uma lesão às vésperas do Mundial e acabou substituído por Ricardinho, do Corinthians.
Agora, em 2026, o roteiro parece ganhar mais um capítulo. Wesley, lateral-direito da Roma convocado para a seleção brasileira, também foi cortado antes do início da competição.

Jejum de 24 anos e Copa nos Estados Unidos
Outra coincidência envolve o tempo sem títulos mundiais. Em 1994, quando conquistou o tetracampeonato, o Brasil chegava aos Estados Unidos após um jejum de 24 anos sem levantar a taça.
Em 2026, a história se repete. A seleção brasileira também entra em campo após 24 anos sem vencer uma Copa do Mundo, o último título foi em 2002, no Japão e na Coreia do Sul.
Embora o torneio deste ano seja disputado em três países Estados Unidos, México e Canadá , os norte-americanos serão o principal palco da competição, incluindo a grande final marcada para o dia 19 de julho.
Neymar pode repetir roteiro de Ronaldo?
Em 2002, Ronaldo Fenômeno chegou cercado de dúvidas após enfrentar uma grave lesão no joelho que quase comprometeu sua participação na Copa. O atacante, no entanto, deu a volta por cima e foi decisivo na conquista do penta, marcando os dois gols da vitória sobre a Alemanha na final.
Agora, Neymar vive situação semelhante. O camisa 10 chega ao Mundial ainda em recuperação de uma lesão na panturrilha direita, levantando questionamentos sobre sua condição física.
Para os mais supersticiosos, a esperança é de que a trajetória do principal astro brasileiro tenha um desfecho parecido com o de Ronaldo: superação, protagonismo e, quem sabe, a tão aguardada sexta estrela no peito da seleção.
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