A estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 deixou mais dúvidas do que certezas. Diante de um Marrocos organizado e competitivo, o empate em 1 a 1 neste sábado (13), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, expôs dificuldades importantes do time comandado por Carlo Ancelotti. Em um primeiro tempo marcado por erros na saída de bola, espaços defensivos e pouca consistência ofensiva, o Brasil não conseguiu se impor como uma das favoritas ao título e viu o discurso de hegemonia ser colocado em xeque logo na primeira rodada.
O Brasil estreou na Copa do Mundo de 2026 com um empate por 1 a 1 diante do Marrocos, neste sábado (13), no MetLife Stadium, em Nova Jersey, em atuação que gerou questionamentos sobre o nível de competitividade da equipe em relação às principais seleções do torneio. O início de jogo foi especialmente preocupante para a Seleção Brasileira.
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Com dificuldades na construção desde a defesa até o ataque, o time apresentou erros recorrentes na saída de bola e deixou espaços explorados pelo adversário, especialmente pelo lado direito, onde o improviso de Ibañez na lateral foi alvo constante das investidas marroquinas. A equipe comandada por Carlo Ancelotti sofreu com a organização ofensiva do Marrocos, que contou com boa atuação de Hakimi e aproveitou as fragilidades defensivas brasileiras.
Aos 21 minutos, Saibari abriu o placar em lance que refletiu o melhor momento da seleção africana na partida. O Brasil, no entanto, conseguiu reagir ainda no primeiro tempo. Aos 31 minutos, Vinícius Júnior marcou um belo gol em jogada individual, recolocando a Seleção no jogo e evitando que a equipe fosse para o intervalo em desvantagem. Apesar do empate, a atuação brasileira seguiu irregular ao longo da partida.
Modificações e ajustes no desempenho
Ajustes táticos, como a mudança de posicionamento de Lucas Paquetá pelo lado direito do meio-campo, trouxeram leve melhora na construção, mas ainda sem grande efetividade ofensiva. Na segunda etapa, a entrada de jogadores como Fabinho e Luiz Henrique deu mais mobilidade e equilíbrio ao time, mas sem transformar o domínio territorial em chances claras de gol. O Brasil terminou o confronto com leve vantagem na posse de bola (53% contra 47%) e em finalizações (5 a 3), números que não refletiram superioridade dentro de campo.
Postura do Marrocos
O Marrocos, por sua vez, manteve postura sólida, sustentada por um projeto de longo prazo e por uma geração que já havia alcançado semifinais de Copa do Mundo e final de Copa Africana de Nações. O desempenho reforçou a evolução da equipe no cenário internacional e a dificuldade que as seleções tradicionais vêm encontrando na competição. Enquanto outras seleções campeãs ainda vão estrear, o empate brasileiro diante do Marrocos liga o alerta e coloca a equipe em um patamar de cobrança mais alto logo no início da competição.
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