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Executivo do Paysandu esclarece dúvidas sobre volta da Fiel

Marcone Barbosa, executivo de marketing do clube, prevê que para o retorno da torcida à Curuzu o Papão terá custos operacionais de R$ 150 mil, podendo chegar até aos R$ 200 mil.

terça-feira, 05/10/2021, 21:22 - Atualizado em 05/10/2021, 21:21 - Autor: Kaio Rodrigues


Marcone Barbosa disse que custos para reencontram giram entre R$ 150 mil e R$ 200 mil
Marcone Barbosa disse que custos para reencontram giram entre R$ 150 mil e R$ 200 mil | (Reprodução: Papão TV)

O Paysandu e a Fiel contam os dias, horas, minutos e segundos para se reencontrarem e a partida contra o Botafogo-PB, na próxima segunda-feira (11), marcará o retorno do torcedor ao Estádio da Curuzu após 18 meses e 21 dias de portões fechados por conta da pandemia da Covid-19. No entanto, por conta do decreto municipal, apenas 30% da capacidade está liberada, ou seja, só 5.185 pessoas poderão matar a saudade do Papão.

 

| (Foto: Fernando Torres)
 

O executivo de marketing bicolor, Marcone Barbosa, concedeu entrevista coletiva e explicou que o clube terá que assumir alguns custos operacionais para assegurar o cumprimento das regras estabelecidas para o retorno da torcida. Ele revelou os valores dos gastos e que não há uma previsão do quanto os cofres irão receber na partida.

“O Paysandu trabalha com um custo operacional na ordem dos R$ 150 mil, R$ 200 mil. Custos diretos e indiretos. Assim precisamos de torcedores para compensar esse quantitativo. É difícil falar um número exato de torcedores, pois precisamos avaliar qual será o ticket médio do ingresso. Lembrando que terão os que farão check-in, que são os sócios, terão os que irão retirar ingressos promocionais que o Paysandu fez durante a temporada de 2020 e 2021. Então, esses ingressos serão computados com um valor bem inferior aos ingressos que estarão à venda para essa partida de segunda-feira. Ou seja, precisamos superar os gastos de R$ 150 mil reais, podendo chegar a R$ 200 mil”, destacou.

 

| (Foto: Jorge Luís)
 

Confira os outros trechos da coletiva:

Sócios, promoções e ingressos comuns:

“A torcida do Paysandu, a cada promoção, a cada lançamento que fazemos, mostra sua força. Nesse relançamento do programa de sócio, nós estamos tendo uma adesão bem expressiva. Acredito que vamos superar a casa dos dois mil sócios torcedores. Vale lembrar que não basta ser apenas sócio torcedor ou adquirir o ingresso. Precisa ter o esquema vacinal completo. Precisa das duas doses ou a dose única. Precisam ser tomadas até o dia 26 de setembro, pois temos o limitador de 15 dias antes da partida. Temos os ingressos promocionais, mais a cota dos patrocinadores. Devemos atingir 1500 nessa soma. Ou seja, em um público total de 5.185, que é o que poderemos disponibilizar, deveremos ter 1500 ou menos ingressos para o torcedor comum fazer a compra”, revelou.

Check-in:

"O sócio bancada bicolor pode escolher entre as arquibancadas das travessas Cuzuru e Chaco ou Central. Lembrando que, quando ele realizar o check-in em determinada área, não poderá acessar outra área. É importante que na hora que ele tomar a decisão de qual setor vai fazer o check-in, já faça onde melhor lhe convém. O sócio da cadeira obviamente faz exclusivamente na cadeira e o sócio Papão da Curuzu tem a possibilidade de comprar ingressos pela metade do preço em qualquer setor do estádio", abordou.

A entrada:

“Nesta quarta-feira haverá uma reunião na federação com todos os agentes de segurança envolvidos com a realização da partida, onde serão definidos o detalhamento do acesso do público ao estádio. A ideia inicial é criar uma área isolada, onde o torcedor possa chegar nela somente após ele ter passado por uma barreira de proteção, onde irá apresentar o documento de identificação, o bilhete ou carteira de sócio e a carteira de vacinação”, observou.

 

| (Foto: Terror Bicolor)
 

Abertura e Fechamento dos Portões:

“Os protocolos definidos determinam que os portões sejam abertos 4h antes do início da partida e sejam fechados 1h antes do início do jogo. Ou seja, o torcedor terá até às 19h para entrar na Curuzu. Nesta quarta-feira (06) haverá uma reunião operacional onde todos esses detalhes serão confirmados. Peço paciência aos torcedores. Todos serão atendidos. O Paysandu não irá deixar nenhum torcedor apto a ficar fora da partida porque não conseguiu realizar check-in, efetivar compra de bilhete. É preciso ter paciência e calma. No dia do jogo precisamos contar com a contribuição deles ao respeitarem os protocolos de segurança como uso de máscaras, distanciamento social, chegada em momento preciso para evitarmos contratempos”, preveniu.

 

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Curuzu Pronta:

“Temos 3h para dar acesso a cinco mil pessoas. É um espaço de tempo razoável para que todos possam entrar com segurança e sem atropelos. Sabemos que quanto mais próximo do jogo, mais intenso o número de torcedores. Mas aqueles que puderem antecipar a entrada, façam. A Curuzu está muito bem cuidada", expressou.

 

| (Foto: Vitor Castelo)
 

"Nessas últimas três semanas, nosso vice-presidente operacional, Felipe Fernandes, fez um trabalho incansável para deixar o estádio muito bem cuidado. Reformou ambientes. Estamos pintando os setores de arquibancadas, fazendo manutenção nas estruturas do banheiro e do bar. O gramado está impecável. Então, existe um cuidado e carinho de todos que aqui trabalham para deixar nossa casa pronta para receber o torcedor. Fica o convite para todos chegarem mais cedo”, enfatizou.

 

| (Foto: Vitor Castelo)
 

Gratuidades:

“Todos os compromissos e normativos que estavam em vigor antes da pandemia, permanecem. Nessa reabertura todos que tinham direito à gratuidade, meia entrada, todos os protocolos de necessidade de entrega que o Paysandu tinha, continua tendo e manterá. Obviamente que com os 30% da limitação da capacidade do estádio. É importante lembrar que o torcedor, embora tenha o direito à gratuidade, só poderá entrar no estádio com o esquema vacinal completo”, explicou.

 

| (Foto: Jorge Luís)
 

Trabalho de Marketing na Pandemia:

“Os dois últimos anos foram bastante desafiadores para os departamentos de marketing dos clubes de futebol. Não só nosso departamento, mas de forma geral. No entanto, acredito que o ano de 2020 foi mais desafiador que o de 2021, porque fomos surpreendidos pela pandemia. Nessa temporada entramos sabendo de todas as limitações que estavam impostas a todos nós. Do nosso ponto de vista, no nosso trabalho no Paysandu, soubemos contornar bem esses problemas. Incrementamos os acordos comerciais que tivemos. Melhoramos o número de patrocinadores e as receitas. Com o retorno do público, tivemos uma boa adesão e aceitação do programa Sócio Fiel Bicolor. Então temos conseguido superar esse momento que está muito difícil para todos nós”, comentou.

Lobo:

“A marca Lobo é uma joia do Paysandu. É um produto muito importante dentro dessa composição de receita que o clube tem. O Paysandu, no começo da pandemia, tinha apenas duas lojas oficiais abertas e hoje estamos caminhando para abrir a nona operação. Do ponto de vista de resultado, não só a marca, como as lojas, estão dentro de um resultado esperado. Dentro do planejamento que foi feito para o ano de 2021, o faturamento está dentro do que prevíamos. Temos certeza que quando a temporada fechar, em dezembro, estaremos certamente concluindo as metas que foram propostas no começo da temporada”, disse.

Centro de Treinamento:

“Ano passado fizemos a receita da camisa em nome da paixão, que foi destinada às obras do CT. Nessa semana estaremos fazendo a entrega dos bilhetes para os torcedores que adquiriram. E, recentemente, o consócio do Papão, onde toda receita oriunda desse projeto será destinada ao CT. É uma iniciativa de um de nossos parceiros, a multimarcas consórcios, que fez essa ação com outros clubes brasileiros. Os números do Paysandu são similares aos que o Atlético-MG conseguiu nas primeiras semanas de vendas. Isso, mais uma vez para reforçar, mostra a força da torcida do Paysandu e do engajamento com as ações propostas pelo clube”, finalizou.

 

| (Foto: Jorge Luís)
 


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