
A investigação virou moda e quase uma mania mundial com o advento das séries policiais. Não é pouca gente que se debruça a assistir e entender cada detalhe para chegar ao fim de um mistério. No esporte, isso também se aplica, só que para traçar estratégias que levam à vitória com base no segredo e artimanhas dos rivais. É o que o Paysandu está tentando fazer para voltar a Série B do Campeonato Brasileiro. Antes de entrar em campo, o Lobo precisa dar uma de “CSI bicolor”.
A partir do próximo domingo (3), o Paysandu entrará em campo para uma série de jogos decisivos pela Série B, com o objetivo de subir de divisão, gerar receita e, claro, dar alegria à sua apaixonada torcida.
Para isso, o Lobo CSI entrou em ação e avaliou os pontos fortes e fracos dos times que vão cruzar o seu caminho antes do tão sonhado retorno a Segunda Divisão, em 2022.
BOTAFOGO-PB
O Belo venceu o Paysandu duas vezes nesta Série C e tem como trunfos os chutes de fora da área e os rebotes da defesa, além de um perigo que vem pelo alto: os cruzamentos pelo lado esquerdo costumam ser fatais aos adversários.
Do outro lado, a saída de bola da defesa e passes rápidos costumam envolver facilmente o sistema defensivo do time paraibano, que volta a sonhar com o acesso depois de bater na trave em 2018, quando perdeu a vaga nos pênaltis para o Botafogo-SP.
CRICIÚMA-SC
Na tentativa de voltar a Série B onde caiu no ano passado, o Tigre aposta em duas características do time comandado pelo técnico Paulo Baier: o ataque rápido com passes precisos e a bola aérea, sem esquecer uma característica de Baier quando era jogador: chutar de fora da área.
Se Paulo Baier era bom na bola parada, o mesmo não se pode dizer do time catarinense, que tomou vários gols nesta Série C, além de mostrar ineficiência pelos lados do campo, o que favorece o ataque rápido do adversário.
ITUANO-SP
Mazola Junior voltará a ter o Paysandu pelo caminho depois de ser vice em 2020 com o Remo e tem no Ituano uma arma que pode dar problema ao Papão: os lançamentos ao ataque são precisos e costumam deixar os atacantes na cara do gol, além da bola alta ser um ponto positivo para os paulistas.
Já a defesa costuma ter instabilidade na saída de bola e nos chutes de fora da área, o que vem causando grande problema ao time paulista, após ter uma largada ruim na competição. Assim como o Papão, o Ituano-SP ficou no quase no ano passado e perdeu o acesso para Brusque-SC e Vila Nova-GO.
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O CSI Bicolor continuará estudando e agora é esperar a bola rolar para saber se a missão Série B será mais tranquila ou emocionante.
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