Depois de um empate amargo diante do Brasil de Pelotas-RS, que deixou a torcida na bronca com o time, o técnico Márcio Fernandes e os jogadores do Paysandu admitem que só há uma maneira de reatar o bom relacionamento com a Fiel: uma vitória no difícil Re-Pa.

O trunfo diante do arquirrival, em pleno Baenão, restabelecerá a paz entre as partes e fará com que os torcedores esqueçam a derrota diante da Aparecidense-GO e, mais ainda, a perda de dois pontos em casa e, consequentemente, a chance de o time retomar a liderança da Série C do Brasileiro, ocupada pelo Mirassol-SP, com 23 pontos, dois a mais que o Papão, vice-líder.

Hora do clássico: começa oficialmente a semana do Re x Pa

Fernandes não esperou nem o tropeço na Curuzu esfriar e, no domingo mesmo, já tratou de lembrar a importância do clássico contra os azulinos.

“Temos que levantar a cabeça. Temos um jogo atípico, um clássico, onde tudo pode acontecer", disse o treinador.

As chances são iguais”, observou o técnico, tendo seu discurso repetido por seus comandados.

“Vamos levantar a cabeça e treinar bem para vir forte ao Re-Pa”, prometeu Serginho, autor do gol bicolor no empate, por 1 a 1, contra o combalido Brasil de Pelotas, no final de semana.

Paysandu: Fernandes revela motivo do empate contra lanterna

“Agora é virar a chave porque tem clássico”, direcionou o zagueiro e capitão Genilson. O meia Dioguinho foi outro que, após o jogo, ressaltou a importância do confronto com o Leão, ex-equipe do meio-campista. “Vamos levantar a cabeça, trabalhar porque no domingo já tem clássico”, disse.

O dia de ontem foi de folga para o elenco bicolor, que inicia hoje os seus preparativos para o duelo com o Leão, o quarto da temporada. Os três anteriores foram valendo pelo Parazão deste ano, com uma vitória para cada lado e um empate. Assim sendo, o Re-Pa pela Terceirona será uma espécie de tira-cisma.

Torcedores do Paysandu não gostaram do empate diante do Brasil-RS, no estádio da Curuzu Foto: Wagner Santana/Diário do Pará

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