Os números ajudam a contar uma história que atravessa gerações. Entre 1993 e 2025, o Troféu Camisa 13 distribuiu 655 premiações, revelando quem, de fato, construiu regularidade, protagonismo e relevância no esporte paraense ao longo de mais de três décadas.
No topo do ranking aparece o Paysandu, com 256 troféus, consolidando-se como o maior vencedor da história da premiação. A vantagem expressiva reflete anos de presença constante entre os destaques, tanto dentro de campo quanto fora dele, em diferentes categorias avaliadas pelo evento.
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Logo em seguida surge o Clube do Remo, que soma 204 conquistas. O número confirma a força azulina ao longo do período e reforça o peso da rivalidade Re-Pa também fora das quatro linhas, com os dois clubes concentrando a maior parte das premiações desde a criação do Camisa 13.

Além dos gigantes da capital, o ranking mostra espaço para outros protagonistas. A Tuna Luso, com 27 troféus, e a Arbitragem, com 26, aparecem como destaques relevantes, seguidos por clubes do interior que marcaram presença ao longo dos anos, como Independente (16), Águia de Marabá (14) e Castanhal (13).
O levantamento também evidencia a pluralidade do evento. Entidades, federações e modalidades além do futebol profissional figuram entre os vencedores, como Bragantino, São Raimundo, Cametá, Paragominas, além de representações do basquete, judô, atletismo, karatê, ginástica e jiu-jitsu.

Camisa 13 valoriza o esporte paraense
Criado em 1993, o Troféu Camisa 13 ultrapassou o papel de simples premiação. Ao longo do tempo, tornou-se um retrato fiel da evolução esportiva do Pará, registrando momentos de hegemonia, ciclos de crescimento e a valorização de diferentes personagens que ajudaram a construir o cenário esportivo do Estado.
Ao chegar à 34ª edição, o ranking histórico reforça o peso simbólico do troféu. Mais do que números, revela continuidade, memória e a capacidade do esporte paraense de se reinventar, mantendo viva uma tradição que atravessa décadas.
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