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Rebaixados no Paysandu, atletas não conseguem encontrar novos clubes

Jogadores dispensados do Paysandu enfrentam dificuldades para encontrar novos clubes após rebaixamento, com ações na Justiça por salários atrasados.

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Imagem ilustrativa da notícia Rebaixados no Paysandu, atletas não conseguem encontrar novos clubes camera Borges esteve na Ponte Preta-SP, mas acabou não ficando no clube por suposta decisão da diretoria da Macaca. | Fernando Torres

Alguns dos jogadores que deixaram o Paysandu, após a participação do time na Série B do Brasileiro de 2025, não estão levando muita sorte neste começo da nova temporada. Na tentativa de arrumar novos clubes, os atletas acabaram não tendo sucesso e, pelo menos até ontem, continuavam desempregados. A lista conta com o lateral-esquerdo Bryan Borges, 29 anos, o volante Leandro Vilela, 30 anos, e o atacante paraguaio Pedro Delvalle, 32 anos.

Todos eles dispensados pelo Papão tão logo o clube teve o seu rebaixamento à Série C deste ano confirmado. Dos três, apenas o estrangeiro esteve por apenas uma temporada na Curuzu. Os demais atuaram pelo clube nos anos de 2024 e 2025.

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Vilela, por sua vez, tentou ingressar no Náutico-PE, do técnico Hélio dos Anjos, que o trouxe para o Paysandu, mas teria sido reprovado nos exames médicos
📷 Vilela, por sua vez, tentou ingressar no Náutico-PE, do técnico Hélio dos Anjos, que o trouxe para o Paysandu, mas teria sido reprovado nos exames médicos |Jorge Luis Totti, ascom Paysandu

Dispensas e Ações Judiciais

Pelo menos dois dos jogadores dispensados entraram com ações na Justiça do Trabalho, cobrando salários atrasados e outros direitos que não teriam sidos pagos pelo Paysandu. Vilela cobra cerca de R$ 4 milhões, enquanto Delvalle reivindica o pagamento de R$ 914 mil só de salários atrasados, direito de imagem e depósito de FGTS. O atleta também cobra o pagamento pela rescisão de seu contrato, que incluía uma multa de R$ 45 milhões em caso de rescisão unilateral. Os dois tiveram os seus vínculos rescindidos por decisão da Justiça do Trabalho.

Dificuldades em Novos Clubes

Borges esteve na Ponte Preta-SP, mas acabou não ficando no clube por suposta decisão da diretoria da Macaca. Vilela, por sua vez, tentou ingressar no Náutico-PE, do técnico Hélio dos Anjos, que o trouxe para o Paysandu, mas teria sido reprovado nos exames médicos. A mesma situação do volante aconteceu com Delvalle, que não teve a aprovação no Guarani-SP. Dos três atletas, o paraguaio foi quem menos jogou pelo Paysandu: 20 partidas em quatro competições. Borges e Vilela, em contrapartida, jogaram 41 e 40 partidas, respectivamente, em cinco competições.

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