Em uma tarde de expectativas na Curuzu, o Paysandu voltou a frustrar sua torcida ao ser superado pela Inter de Limeira por 2 a 1, em duelo válido pela 10ª rodada da Série C. O resultado interrompeu a invencibilidade do time em casa e deixou um clima de cobrança no ambiente bicolor, especialmente pela maneira como o jogo escapou no detalhe.
O técnico Júnior Rocha reconheceu que a equipe produziu o suficiente para um desfecho diferente, mas voltou a apontar a falta de precisão nas finalizações como o principal obstáculo. Segundo ele, o time até conseguiu criar situações perigosas, porém não teve calma nem eficiência para converter as oportunidades em gols decisivos.

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O treinador evitou direcionar críticas individuais e reforçou a ideia de um processo coletivo em construção, descartando arranjar culpado para o resultado negativo. Para ele, o momento exige equilíbrio e continuidade do trabalho, mesmo diante da pressão natural por resultados.
Outro ponto destacado por Júnior Rocha foi o impacto emocional da derrota diante do torcedor, algo ainda mais sensível por se tratar do primeiro tropeço do clube como mandante na competição. Ele reconheceu o peso da frustração nas arquibancadas, mas defendeu que a equipe precisa absorver o resultado rapidamente e virar a chave para a sequência do campeonato.
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O comandante também voltou a falar sobre a formação do elenco, ressaltando o uso frequente de atletas mais jovens ao longo da Série C. De acordo com ele, a evolução desses jogadores depende diretamente da vivência em jogos oficiais, já que treinos não reproduzem a mesma pressão de uma partida decisiva. "Eles precisam ser escalados para saber como irão sentir a pressão de uma partida", concluiu o treinador.
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