A escolha de Thalisson pelo Clube do Remo passa por continuidade e desafio. Aos 24 anos, o zagueiro volta para Belém após ter defendido o Paysandu em 2025, temporada em que ganhou minutos, marcou gol e se firmou no cenário local antes de retornar ao Coritiba, clube o qual pertence.
No período em que vestiu a camisa bicolor, o defensor acumulou 22 jogos, marcou um gol e deu uma assistência, sequência que ajudou na adaptação à cidade e ao futebol paraense. O retorno ao Sul, porém, indicou um cenário diferente, com espaço reduzido e poucas perspectivas de regularidade.
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"Eu já estava adaptado à cidade. Voltei para o Coritiba, conversei lá e vi que não teria muitas sequências. O Remo entrou em contato com os meus agentes, gostei muito da oportunidade e aceitei este desafio", destacou.
No Baenão, Thalisson encontra um setor defensivo concorrido, mas trata a disputa interna como parte do processo. O foco, segundo ele, é responder quando for acionado e manter o nível coletivo do time ao longo da temporada.
"É uma briga saudável. Só jogam dois e, quando entrar, é para dar o melhor", reforçou.

A versatilidade aparece como um trunfo para o zagueiro, que garante estar preparado para se adaptar às variações propostas pela comissão técnica, sem resistência a funções ou sistemas diferentes.
"Para mim tanto faz. Onde o técnico me pedir para jogar, eu vou dar o meu melhor", comentou.
O relacionamento com Juan Carlos Osorio também foi citado como positivo, mesmo com o idioma como obstáculo inicial, Thalisson afirma que a comunicação acontece de forma direta no dia a dia.
"Ele conversa bastante conosco. Às vezes não entendemos tudo por causa do espanhol, mas sempre tem alguém para dar suporte. Ele fala com clareza", pontuou.
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Ao se definir como jogador, o defensor destacou características físicas e técnicas que pretende colocar em prática no Remo, especialmente em um calendário que exige intensidade e regularidade.
"Sou um zagueiro rápido, de imposição física, tenho um bom cabeceio e sei aproveitar a minha velocidade", ressaltou.
Já ambientado à estrutura do Filho da Glória e do Triunfo, Thalisson afirma que a adaptação foi rápida e que está pronto para contribuir sempre que for necessário. "Está tudo muito bonito e agradável para trabalhar. O calor é forte, mas já estou adaptado. Se o professor precisar, estou à disposição", finalizou.
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