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Ex-executivo do Remo, Marcos Braz assume mandato de deputado federal

Agora, longe dos bastidores do futebol, Marcos Braz passa a atuar no cenário político nacional, iniciando oficialmente sua trajetória como deputado federal

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Imagem ilustrativa da notícia Ex-executivo do Remo, Marcos Braz assume mandato de deputado federal camera Marcos Braz inicia nova fase como deputado federal. | Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Após uma trajetória marcada por passagens de destaque e polêmicas no futebol brasileiro, Marcos Braz iniciou um novo capítulo na vida pública. Ex-executivo de futebol do Clube do Remo e figura conhecida no cenário esportivo nacional, ele tomou posse como deputado federal na última quinta-feira (28), ao assumir a vaga de suplente de Luciano Vieira (PSDB-RJ) na Câmara dos Deputados.

Em seu primeiro ato oficial no Congresso Nacional, Braz prestou compromisso constitucional e afirmou que irá “manter, defender e cumprir a Constituição, observar o direito, promover o bem-geral do povo brasileiro, sustentar a união, a integridade e a independência do Brasil”. Antes de chegar à Câmara Federal, Marcos Braz foi vereador do Rio de Janeiro em 2020, onde teve elevado número de faltas durante o mandato.

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Passagem pelo Remo

Marcos Braz chegou ao Clube do Remo em junho de 2025, após a saída de Sérgio Papellin para o Fortaleza. A missão era reorganizar o departamento de futebol azulino em um momento de mudanças internas. Pouco depois de sua chegada, o técnico Daniel Paulista deixou o clube paraense para assumir o Sport Recife-PE. Braz ficou apenas sete meses à frente do futebol remista,

Ele participou diretamente do processo que culminou com o retorno do Remo à Série A, encerrando um jejum de 32 anos longe da elite nacional. Além dos resultados esportivos, sua gestão também ficou marcada por intervenções na estrutura internas do estádio Baenão e pela reformulação do departamento de futebol. No entanto, o período final de sua passagem foi cercado por desgastes e críticas da torcida.

Críticas da torcida

As divergências com o presidente Antônio Carlos Teixeira, o Tonhão, somadas à contestação de algumas decisões no futebol, como as contratações dos técnicos António Oliveira e Juan Carlos Osório, a não renovação com Guto Ferreira, e a montagem de um elenco repleto de atletas que não corresponderam (casos de Carlinhos e Patrick de Paula) contribuíram para o encerramento de seu ciclo no clube em janeiro deste ano.

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