O desaparecimento da corretora de imóveis Daiane Alves Souza completa um mês neste sábado (17) em Caldas Novas, cidade turística de Goiás. Até o momento, os últimos registros da moradora apontam para o elevador do prédio onde ela vivia, o que reforça a preocupação e o mistério em torno do caso.
Na sexta-feira (16), a Polícia Civil informou que o caso passou a ser investigado pelo Grupo Especial de Investigação de Homicídios. Segundo a corporação, uma força-tarefa foi montada e já realiza diligências, oitivas, análises técnicas e outras medidas investigativas.
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O desaparecimento ganhou repercussão pelas circunstâncias relatadas. Daiane teria ido ao subsolo do edifício após uma interrupção no fornecimento de energia. Além disso, ela teria histórico de conflitos com o síndico do condomínio.
A corretora movia uma ação judicial contra o condomínio desde o ano passado. Em outubro, Daiane e o síndico chegaram a participar de uma audiência de conciliação virtual, mas não houve acordo.
A Polícia Civil também informou que não divulgará “informações adicionais” por enquanto, com o objetivo de preservar o sigilo das investigações e evitar prejuízo às apurações.
Um cartaz com a foto de Daiane tem sido divulgado pela polícia, buscando localizar testemunhas e indícios que possam ajudar a esclarecer o paradeiro da corretora.
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