O governo federal confirmou a antecipação do calendário do Bolsa Família de setembro. Os pagamentos começarão no dia 17 de setembro, um dia antes da rodada de agosto, e serão realizados de forma escalonada até 30 de setembro, conforme o dígito final do Número de Identificação Social (NIS).
A mudança beneficia os primeiros grupos de famílias contempladas, mas mantém a regra tradicional do programa: os depósitos são feitos nos últimos dez dias úteis do mês, sem considerar fins de semana e o feriado nacional de 7 de setembro.
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Em agosto, os repasses tiveram início no dia 18 e seguem até o dia 31. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), o valor médio pago às famílias neste mês foi de R$ 678,35.
Calendário do Bolsa Família de setembro
Os pagamentos serão realizados nas seguintes datas:

O crédito é liberado conforme o final do NIS, o que evita que todos os beneficiários recebam o pagamento no mesmo dia e organiza a distribuição dos recursos ao longo do mês.
Quem tem direito ao Bolsa Família?
Para receber o benefício, a família deve ter renda mensal de até R$ 218 por pessoa. O cálculo é feito somando a renda bruta de todos os moradores da residência e dividindo o total pelo número de integrantes da família.
Além do critério de renda, o programa exige o cumprimento de compromissos nas áreas de saúde e educação. Entre eles estão a frequência escolar de crianças e adolescentes, o acompanhamento pré-natal das gestantes e a vacinação em dia dos integrantes da família.
Qual é o valor do benefício?
O Bolsa Família garante um pagamento mínimo de R$ 600 por família, mas o valor pode ser maior conforme a composição familiar.
O programa prevê adicionais de R$ 150 para cada criança de até seis anos e de R$ 50 para gestantes, crianças e adolescentes de 7 a 17 anos e lactantes com bebês de até seis meses. Por isso, o valor final varia de acordo com o perfil de cada beneficiário.
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Como fazer a inscrição?
O primeiro passo para participar do programa é estar inscrito e com os dados atualizados no Cadastro Único (CadÚnico), base utilizada pelo governo federal para identificar famílias de baixa renda.
No entanto, a inscrição no CadÚnico não garante a entrada automática no Bolsa Família. Após o cadastro, as informações passam por análise para verificar se a família atende a todos os critérios de elegibilidade estabelecidos pelo programa.
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