Uma equipe de pesquisadores americanos queria saber se a ave, que até então extinta desde 1882, havia realmente desaparecido da superfície da Terra. No entanto eles tiveram uma grande surpresa ao identificarem o pombo-faisão nas imagens das câmeras instaladas na floresta em Papua Nova Guiné.

De acordo com os pesquisadores, seu nome científico Otidiphaps Insularis, o pombo-faisão-de-nuca-preta faz parte da família colombiana. É uma espécie endêmica da Ilha Ferguson, em Papua Nova Guiné.

Segundo os especialistas, nenhum vestígio da espécie havia sido detectada por 140 anos. Uma expedição tentou encontrar o pássaro em 2019, mas voltou de mãos vazias. Todos pensaram que o animal realmente havia desaparecido.

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Todos, exceto esta equipe do Laboratório de Ornitologia da Cornell University, perto de Nova York. Portanto, seis membros da equipe voaram para Papua. Eles passaram um mês na Ilha Ferguson, o único habitat conhecido da misteriosa ave.

Na exuberante floresta tropical que cobre a ilha montanhosa, os pesquisadores instalaram várias câmeras na esperança de capturar imagens do faisão de nuca preta. Durante um mês analisaram as imagens na esperança de ter mais possibilidades. Depois de terem conferido as vinte câmaras depositadas por toda a ilha de Ferguson, a cobiçada ave apareceu.

As imagens mostram o pássaro com asas laranja e bico vermelho passando na frente da câmera enquanto balança sua cauda preta em um leque antes de se afastar graciosamente. 

Agora a espécie não é mais considerada extirpada. Porém restam pouquíssimos animais da espécie na ilha. Mas o fato é que mesmo que restem poucos deles, o animal pode se proteger e se salvar. Com a condição de que o homem não destrua seu habitat e não invadir sua floresta.

Nenhum vestígio do pombo-faisão havia sido detectada por 140 anos. Foto: Reprodução/ Twitter

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