A série Dr. Responde chegou ao seu 5º e último fascículo. O DIÁRIO DO PARÁ trouxe aos seus leitores um guia de saúde completo, que neste projeto falou sobre as principais comorbidades associadas às complicações da infecção causada pela covid-19. Na quinta edição, o destaque é sobre a situação das cardiopatias durante a pandemia e os problemas do coração associados aos vírus que já vitimou cerca de 500 mil pessoas em todo país. São informações precisas e abalizadas por especialistas no assunto. O projeto repercutiu entre os leitores.
Cientistas descobriram, logo no início da pandemia, a associação arriscada entre o Sars-coV-2 e a dificuldade de resposta de defesa do organismo. Assim, pacientes com quadro de diabetes, hipertensão, obesidade, entre outras doenças, tendem a correr maiores riscos de contaminações e agravamento de quadros que aparentemente não possuem relação inicial com a doença. Para os leitores, o conteúdo publicado pela série Dr. Responde vem preencher uma lacuna de informações preciosas na prevenção ao vírus.
“A gente não tem muita informação por aí. Geralmente são poucas e é difícil saber como a gente pode se cuidar melhor, ter mais atenção para essas questões que não são propriamente da covid. Fico muito feliz em ter esse conhecimento, que poderei passar para meus filhos e todo mundo na minha casa. Já tive casos na família e sei que, se não for tratado, o vírus pode matar a pessoa muito rápido”, frisa a vendedores Edilene Matos, 44 anos.
Entre outros destaques, os números globais atestam o grau de letalidade das doenças associadas ao coração. No mundo todo, são 17,8 milhões de pessoas que evoluem a óbito por conta das doenças cardiovasculares, quase o dobro das vítimas de câncer (9,56 milhões de vítimas fatais) e muito superior ao número de mortes provocadas pelo HIV, hoje em média 950 mil pessoas. O Dr. Responde é um projeto dividido em cinco fascículos, que foram encartados gratuitamente todas as quintas-feiras, no DIÁRIO, com patrocínio do Hospital HSM, Imperador das Máquinas e Soluções e Laboratório Paulo Azevedo. O apoio institucional da Oncológica do Brasil e Pró-Saúde.

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