
“Grande amigo, professor e pai” foram as palavras que retrataram Omar Linhares, mais uma vítima da violência. O educador estava na escola onde trabalhava, aguardando seus alunos para aplicar uma prova, quando teve a vida ceifada por uma pessoa ainda não identificada.
Os requintes de crueldade adotado pelo algoz desconhecido permaneceram vivos na memória dos alunos que o socorreram, além dos próprios familiares. Em entrevista à RBA TV, uma pessoa próxima de Omar, que preferiu não se identificar, revelou que o professor — tão querido na comunidade —, sofreu diversos hematomas internos.
“Ele bateu nele [professor] porque ficou com vários hematomas internos, vários. Ele morreu por asfixia. Essa pessoa matou ele de forma tão brutal que a gente não esperava, não esperava que ele morresse assim, um homem tão bom”, lamenta, sem conter as lágrimas.
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O suspeito em questão foi flagrado saindo da escola no início da noite, tão logo o crime aconteceu. Sua identificação e paradeiro, contudo, são desconhecidos. “Ninguém reconhece esse rapaz que apareceu. A gente não sabe nem de onde ele veio. Sabemos só que ele passou por aqui, por volta das 17h, olhou, olhou e saiu. Umas 18h voltou, já batendo no portão. Entrou e, uns 21 minutos depois, cometeu o crime”, conta.
Despedida
O professor Omar Linhares foi velado na tarde desta quinta-feira (16) em uma Igreja Quadrangular, localizada na Passagem Santa Maria, no bairro do Coqueiro. Nas redes sociais, familiares e amigos aproveitaram a despedida para reforçar os trabalhos do docente.
“Sua vida sempre foi dedicada a lecionar, ensinar. Em cada conquista de seus alunos, ele se alegrava e se enchia de orgulho, pois sabia que fazia parte daquela vitória. Sua passagem nesse mundo não foi por acaso e ele nos deixou o grande legado de acreditar no próximo”, diz um trecho da nota.
Veja na íntegra:

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