Menos de 24 horas após voltar a funcionar, o Hospital Estadual Materno-Infantil Anita Gerosa, em Ananindeua, já vivia um momento simbólico: o nascimento de sua primeira paciente desde a reativação. O episódio marcou não apenas a chegada de uma nova vida, mas também o início de uma nova etapa para a assistência materno-infantil na região.

A pequena Ayla Vitória Pereira da Silva nasceu na madrugada desta sexta-feira (3), saudável e cercada de cuidados. Filha de Camila Maciel, de 21 anos, moradora de Marituba, a criança representa um marco para a unidade, que havia sido desativada no ano anterior e voltou a operar sob gestão estadual.

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Camila relembra que chegou à maternidade apreensiva por se tratar do primeiro parto, mas encontrou suporte na equipe de saúde. Segundo ela, o acolhimento recebido desde a entrada contribuiu para que o momento fosse mais tranquilo e seguro.
A reabertura da unidade também chamou a atenção das autoridades estaduais. A governadora Hana Ghassan visitou o hospital no mesmo dia e acompanhou de perto o atendimento prestado à mãe e à recém-nascida. Durante a visita, destacou a importância da retomada dos serviços e o compromisso com a ampliação da rede de assistência.

De acordo com o governo, a expectativa é que novas unidades sejam entregues até o fim do ano, fortalecendo o atendimento às gestantes em diferentes regiões do Pará.
Além do simbolismo do primeiro nascimento, a estrutura da maternidade foi destacada como um dos diferenciais desta nova fase. O hospital conta com leitos clínicos, unidades de terapia intensiva para adultos e recém-nascidos, além de suporte para casos de maior complexidade.
Profissionais de saúde que atuam na unidade ressaltam a adoção de práticas voltadas à humanização do parto. O atendimento prioriza a escuta da gestante, métodos de alívio da dor e a participação ativa da mulher durante o processo.

Outro ponto importante é a ampliação dos serviços oferecidos no pós-parto. Após o nascimento da filha, Camila optou por utilizar um método contraceptivo disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), reforçando o acesso a políticas de planejamento reprodutivo.
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Com funcionamento ininterrupto e atendimento de urgência e emergência obstétrica devido a falta de repasses da prefeitura de Ananindeua, o hospital retoma suas atividades buscando atender desde casos de rotina até situações de maior risco, consolidando-se como referência no cuidado com mães e bebês no estado.
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