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MORTE EM MARABÁ

Tatuadora Flávia: laudos da perícia serão usados como provas

Investigações sobre a morte da tatuadora Flávia Alvez Bezerra seguem em curso e laudos periciais serão usados como provas técnicas no caso.

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Imagem ilustrativa da notícia Tatuadora Flávia: laudos da perícia serão usados como provas camera Laudos da perícia feita pela Polícia Científica serão usados como prova na análise do caso da tatuadora morta no sudeste do Pará | Divulgação/Agência Pará

Após quase duas semanas de angústia e mistério, o caso do desaparecimento da tatuadora Flávia Alvez Bezerra, de 25 anos, terminou de forma trágica. O corpo da jovem foi achado em uma cova rasa com sinais de estrangulamento, de acordo com informações repassadas pela Polícia Científica do Pará, em Marabá, sudeste do Estado.

A Operação Anástasis, comandada pela Polícia Civil, que resultou na descoberta, na noite de quinta-feira (25), do corpo da tatuadora Flávia Alvez Bezerra, que estava desaparecida desde o dia 14 de abril, teve participação ativa da Coordenadoria Regional da Polícia Científica do Pará de Marabá. A perícia criminal atuou no levantamento de local de crime, análise do veículo usado no caso e no exame de corpo de delito no suspeito de ter cometido o crime.

CONTEÚDO RELACIONADO:

A participação inicial da PCEPA de Marabá, no sudeste paraense, foi relacionada à perícia de local de crime, quando os integrantes da Operação Anástasis encontraram o corpo da vítima em uma localidade da zona rural de Jacundá, município a 100 quilômetros de Marabá. “Nossa equipe foi acionada para essa localidade, em Jacundá, onde realizamos o levantamento de local de crime e remoção do corpo, que estava enterrado, por volta das 23h”, informou a perita Danielle Cartaxo.

Durante a Operação houve a apreensão do veículo usado pelo principal suspeito de autoria do crime, que também foi analisado pelos peritos criminais da PCEPA em Marabá. “Nesta perícia, encontramos vestígios materiais e biológicos, que foram coletados e encaminhados para análise e podem materializar ainda mais o crime”, acrescentou a perita Danielle Cartaxo.

PRISÕES

Policiais civis também prenderam todos os envolvidos, sendo um homem que trabalhava como tatuador em Marabá, e outra pessoa que o teria ajudado a ocultar o corpo da vítima. Eles foram enviados à Coordenadoria da PCEPA, onde passaram por exame de corpo de delito pelos médicos legistas, que serviram de base jurídica para a decretação da prisão.

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O corpo de Flávia Alvez Bezerra passou por exames de necropsia no Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol), da Coordenadoria Regional da PCEPA em Marabá, e foi liberado aos familiares. Os laudos conclusivos de todos os procedimentos realizados serão repassados à Polícia Civil, responsável pelas investigações. "Como sempre é feito, nossa perícia criminal irá fornecer os laudos, que serão a prova técnica para a resolução desse caso", concluiu Celso Mascarenhas, diretor-geral da PCEPA.

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