O combate a violações graves dos direitos trabalhistas tem levado órgãos federais a intensificarem ações em regiões de difícil acesso da Amazônia paraense. Em mais uma iniciativa voltada à proteção da dignidade humana, a atuação integrada entre forças de segurança e fiscalização revelou irregularidades em áreas rurais do sudoeste do estado.
A Polícia Federal, em ação conjunta com o Ministério Público do Trabalho (MPT), deflagrou nos dias 20 e 21 de janeiro as fases 1, 2, 3 e 4 da Operação Libertas. As ações tiveram como foco o enfrentamento ao trabalho em condição análoga à escravidão nos municípios de Medicilândia e Brasil Novo, no Pará.
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Durante as diligências, as equipes enfrentaram dificuldades de acesso às áreas fiscalizadas, o que exigiu o uso de transporte aéreo para garantir o deslocamento dos agentes e a execução das atividades de fiscalização.
Segundo os órgãos envolvidos, a atuação conjunta da Polícia Federal e do MPT foi fundamental para o sucesso da operação, permitindo a identificação das práticas ilícitas, a repressão às irregularidades encontradas e o encaminhamento das medidas necessárias para a responsabilização dos envolvidos na exploração do trabalho humano na região.
A Operação Libertas tem como principal objetivo o enfrentamento ao trabalho escravo contemporâneo e a garantia dos direitos fundamentais dos trabalhadores, especialmente em áreas isoladas da Amazônia.
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