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DENTRO DE CASA

Professora é achada morta com faca cravada no peito no Pará

Lana Guimarães foi localizada sem vida na própria residência; imóvel teria sido invadido e crime gera comoção em Juruti, no oeste paraense.

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Imagem ilustrativa da notícia Professora é achada morta com faca cravada no peito no Pará camera Professora Lana Guimarães teve a morte marcada por comoção, com moradores reunidos em frente à residência cobrando respostas das autoridades. | Reprodução/Redes sociais

Em cidades do interior, onde a rotina costuma seguir em ritmo mais previsível e os laços comunitários são mais estreitos, episódios de violência provocam impacto ainda mais profundo. Quando a vítima é uma figura conhecida, o sentimento coletivo de insegurança se mistura à indignação e ao clamor por respostas.

Um crime registrado na noite da última segunda-feira (27) abalou moradores de Juruti. A professora Lana Angélica Sousa Guimarães, de 60 anos, foi encontrada morta dentro da própria residência em circunstâncias que ainda estão sendo apuradas.

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DESCOBERTA FEITA POR FAMILIARES

A descoberta foi feita por familiares que, ao retornarem para casa, perceberam sinais incomuns no imóvel. A porta apenas encostada e a ausência de iluminação despertaram desconfiança. Ao entrarem, se depararam com a vítima já sem vida.

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INDÍCIOS APONTAM PARA AÇÃO VIOLENTA

As primeiras informações indicam que a professora estaria em uma rede quando foi atacada. O corpo apresentaria um ferimento causado por arma branca na região do tórax, inclusive com uma faca ainda cravada no peito. No entanto, estes detalhes ainda carecem de confirmação oficial por parte da perícia realizada pela Polícia Científica.

Há também a suspeita de que alguém tenha entrada escondido na casa, hipótese considerada a partir das condições em que o imóvel foi encontrado.

COMUNIDADE REAGE COM INDIGNAÇÃO

Conhecida na cidade, a professora teve a morte rapidamente repercutida entre moradores, que se concentraram em frente à residência durante os trabalhos periciais. O clima foi de consternação, mas também de revolta.

Entre os presentes, não faltaram manifestações pedindo justiça e respostas rápidas das autoridades.

APURAÇÃO EM ANDAMENTO

Equipes da Polícia Militar estiveram no local para os primeiros levantamentos, enquanto a perícia técnica iniciou a coleta de informações que possam ajudar a esclarecer o crime.

Até agora, não há definição sobre autoria ou motivação. O caso, tratado como homicídio, segue em investigação, com diligências sendo realizadas para reconstruir o que aconteceu nas horas que antecederam a morte.

Em resposta à solicitação de informações feita pela redação do DOL a Polícia Civil do Pará informou "que a Delegacia de Juruti investiga as circunstâncias do homicídio e as equipes realizam diligências para identificar e localizar os suspeitos envolvidos na ação criminosa. Perícias foram solicitadas e testemunhas serão ouvidas. Informações que auxiliem na apuração do caso podem ser repassadas pelo Disque-Denúncia, no número 181. O sigilo é garantido."

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