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SAÚDE ACESSÍVEL

SUS oferece novo remédio para esclerose múltipla

Com ação prolongada, o medicamento promete mais qualidade de vida e conforto para os pacientes com a doença

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Imagem ilustrativa da notícia SUS oferece novo remédio para esclerose múltipla camera Novo remédio no SUS oferece maior qualidade de vida para pacientes com esclerose múltipla. | Freepik

O Sistema Único de Saúde (SUS) começou a disponibilizar um novo tratamento para esclerose múltipla que promete facilitar a rotina dos pacientes e melhorar a qualidade de vida deles. O medicamento cladribina, conhecido comercialmente como Mavenclad, é o primeiro tratamento oral de curta duração para a doença a ser incorporado à rede pública.

De acordo com o Ministério da Saúde, a esclerose múltipla é uma condição autoimune e neurológica que afeta o sistema nervoso central, atingindo principalmente pessoas entre 18 e 55 anos. Embora seja uma doença rara e sem cura, os avanços da ciência têm possibilitado uma vida mais confortável para quem recebe o diagnóstico.

A cladribina foi incluída no sistema público de saúde em fevereiro deste ano (2025). O tempo de utilização dele é de curta duração, sendo 20 dias de administração ao longo de dois anos de tratamento, com resultados que podem se manter por pelo menos quatro anos, segundo estudos clínicos. No mercado farmacêutico, uma única unidade do medicamento pode chegar a custar até R$19 mil para os pacientes. Já no SUS, o fornecimento é gratuito.

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Atualmente, os tratamentos convencionais para a doença incluem o uso de corticoides na fase aguda e medicamentos imunomoduladores, que geralmente são injetáveis e exigem aplicações frequentes. A chegada de uma opção oral no SUS representa uma alternativa mais prática e menos invasiva para os pacientes, causando mais conforto e qualidade de vida.

Indicação e restrições

O medicamento Mavenclad é recomendado para adultos com esclerose múltipla recorrente altamente ativa, um tipo da doença marcado por surtos frequentes e inflamações cerebrais que podem ser detectadas por exames como a ressonância magnética. No SUS, o uso é indicado para casos em que outros tratamentos não são eficazes ou são contra indicados, entre eles:

  • Pacientes com tuberculose ativa, hepatite;
  • Pessoas com o sistema imunológico comprometido;
  • Pacientes com câncer em tratamento, problemas renais moderados ou graves;
  • Mulheres grávidas ou em fase de amamentação.

O que é esclerose múltipla?

A esclerose múltipla é uma doença neurológica autoimune que afeta o sistema nervoso central. Ela pode causar sintomas como: perda de visão, fraqueza muscular, dormência, alterações na coordenação motora, inflamação da medula espinhal, fadiga, alterações cognitivas e disfunções nos sistemas urinário e digestivo.

A causa da doença ainda não foi definida. As principais hipóteses científicas consideram que a ação contra os tecidos do sistema nervoso pode ser induzida pelo próprio sistema imunológico dos pacientes, de acordo com a predisposição genética.

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