Nesta segunda-feira (2), o país comemora um dos maiores símbolos da cultura brasileira, o samba. E, neste dia, é possível lembrar que o Pará já apresentou grandes canções do ritmo.
As escolas e agremiações carnavalescas locais (Rancho Não Posso me Amofiná, Quem São Eles, Acadêmicos de Samba do Império Pedreirense e tantas outras) já fizeram de Belém a capital com o terceiro maior carnaval do país e até hoje não permitem que a cultura se acabe, levando a cada ano um repertório diversificado para a avenida durante o carnaval e com isso ficando na maioria das vezes imortalizadas nas cabeças e corações dos apreciadores da arte.
O jornalista e compositor Cláudio Lobato, campeão do carnaval de Belém com o samba-enredo "Quem não viu vai ver agora" diz que a instituição do dia do samba é mais que merecida. "Samba é tudo que é a cara do Brasil. Não há como falar em carnaval sem falar em samba", reconhece. Cláudio cantou o jubileu de ouro da escola Império de Samba Quem São Eles, em 1996, parceria com os compositores Eduardo Solto e João de Jesus Paes Loureiro.
Para Cláudio, nomes como os de Bosco Guimarães e Fernando Gogó de Ouro estão entre os que engrandecem ainda mais o talento paraense para o samba. "A comunidade do samba em Belém é muito grande, seja na periferia e até no centro da cidade temos grandes redutos com compositores vivos e os que já partiram que nos deixaram um grande legado", avalia.
(DOL)
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