A mostra é uma aula de história através de pinturas, que reúne o trabalho de profissionais que se dedicam a resgatar nossas origens Oriundos de Portugal, Alemanha e França, os azulejos foram produzidos com técnicas da estampilha, decalcomania e relevados. Portugal foi o país que mais exportou azulejos para Belém, o que atribui à cidade, juntamente com sua arquitetura e forma urbana, que remetem às cidades portuguesas. Já as peças francesas e alemãs documentam a influência das outras áreas de comércio na Europa durante a Belle Époque. Para a gerente de marketing do shopping, Glenda Abdon, “a mostra é uma aula de história através de pinturas, que reúne o trabalho de profissionais que se dedicam a resgatar nossas origens. É dar ao público a oportunidade de visitar esse conjunto de uma só vez, e ter uma ideia da herança que nos foi deixada”. As peças fazem parte da coleção do Laboratório de Conservação, Restauração e Reabilitação, do Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Pará. A mostra está disponível para visitação no horário de funcionamento do shopping, até o dia 26 de janeiro, no lounge do quarto piso de lojas. |
(Diário do Pará)
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