Décio Soncini (1953) é um veterano e já bastante conhecido em Belém pelas inúmeras mostras individuais e coletivas que vem participando ao longo dessas décadas, tendo iniciado sua jornada nesta cidade ainda na década de 80, por meio do convite de Gileno Muller Chaves, [o fundador da Elf Galeria, curador e crítico de arte, já falecido], e ainda permanecendo no elenco de artistas representados pela galeria.
A mostra “Soncini e Os Infinitos Cantos do Ateliê” sugere a interação concreta da pintura e com a poesia, porque permite conjugá-las na mesma linguagem e dar o sentido que a subjetividade desejar estabelecer, nesse humano, uno e múltiplo mundo interior, composto por pensamentos, sentimentos e emoções.
(Diário do Pará)
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