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\"Circular Campina-Cidade Velha\" começa 2º edição

O projeto “Circular Campina-Cidade” realiza a segunda edição no próximo domingo (3), em diversos espaços de arte e cultura, em Belém. Desta vez serão 12 estabelecimentos que abrem suas portas para estimular a visitação do público nos bairros do centro his

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O projeto “Circular Campina-Cidade” realiza a segunda edição no próximo domingo (3), em diversos espaços de arte e cultura, em Belém. Desta vez serão 12 estabelecimentos que abrem suas portas para estimular a visitação do público nos bairros do centro histórico da capital paraense: Kamara Kó Galeria, Atelier da Michelle Cunha, Atelier do Porto, Casa Dirigível Espaço Cultural, Elf Galeria, Associação Fotoativa, In Bust - Casarão dos Bonecos, Gotazkaen Galeria, loja de discos Discosaoleo, Restaurante Dona Joana, Restaurante Largo da Palmeira e Bar do Rubão.

Esta edição terá ainda a singela participação de Dona Cléia, vendedora de bolos, cuscuz e tapioquinhas, que fica na porta da própria casa comercializando seus quitutes. A ideia é estimular o envolvimento dos moradores do bairro, para que sejam incluídos como parceiros do projeto.

Esta é uma primeira etapa do “Circular”, na qual os espaços promovem atividades a cada dois meses para começar a movimentar os bairros; a primeira edição ocorreu em junho e as próximas serão em outubro e dezembro. O projeto pretende ainda iniciar as comemorações dos 400 anos da cidade, a ser celebrado em 2016, e em sua segunda etapa, com atividades ao ar livre, oficinas de cunho sociocultural, visando difundir noções de cidadania para a preservação do centro histórico.

De acordo com Makiko Akao, idealizadora do projeto, a necessidade de desenvolver esse tipo de ação parte de uma constatação: mesmo tombados pelo Iphan desde 2012 como patrimônio cultural, os bairros nos quais Belém se originou ainda precisam de mais cuidados para efetivamente serem preservados. “É uma questão de educar mesmo, de formar cidadãos. De entender que espaço é esse e por quê é preciso valorizar”, diz Makiko.

“Queremos ocupar os bairros com a arte e com isso transformá-los em bairros culturais, para consequentemente serem em polos turísticos com mais atrações. Com isso, acreditamos que podemos aumentar a autoestima e bem querer dos próprios moradores pelo seu bairro”, explica Makiko.

(DOL)

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