O show desta noite no Palafita será apenas uma das várias apresentações que Juliana Sinimbú pretende fazer em turnê pelo Brasil. “A intenção é rodar o país de cabo a rabo. Já estamos indo para o quinto show de circulação, com mais dois fechados na agenda. O ‘Una’ tem força para ser espremido mais um ano pelo menos antes de passar para o meu novo projeto. Agora estamos tentando sair da zona de conforto, que é ter uma superbanda. Vamos começar a adaptar os arranjos para uma banda menor, mais pop e mais fácil de viajar”, revela Juliana.
Seu álbum de estreia foi produzido por Donatinho e mescla composições próprias, parcerias com Otto e Renato Torres e músicas de Dona Onete, Almirzinho Gabriel, Iva Rothe, Marcela Bellas, Helson Hart e Tenilson Del Rey, Caetano Veloso, João Donato, além de ter participações de Otto, João Donato e Kassin. Um portfólio estrelado de parcerias musicais que ela tem cultivado nas idas frequentes à capital paulista. “Desde as gravações do disco fiz vários laços importantes para a minha vida musical e pessoal. João Donato foi um deles, ao me apadrinhar. Otto, Tibério Azul, Duda Brack, Mariana Volker, Kassin e os Chocotones também. Todos com muito carinho por mim e pelas minhas canções. Eu escuto música o dia todo e pego um pouco de cada artista pra mim. Minhas colegas, as divas clássicas, meus ídolos. Ser artista é ter boas referências. Elas me enriquecem”, afirma a cantora.
O disco se instala na carreira de Sinimbú como uma porta para novos caminhos. “Ele me apresentou como compositora, me tirou o rótulo único de intérprete e a necessidade de segmentarem ainda mais meu estilo. Ser compositora me abre um espaço maior, me dá uma autoestima maior, eu queria muito compor”, revela a cantora, que avisa ainda que está na pré-produção de um novo clipe e fechando shows. “Mas como o futuro é já, estou compondo a todo o vapor e definindo um clima para o próximo trabalho, que deve acontecer daqui a uns dois anos”, adianta Juliana.
No repertório desta sexta-feira, ela canta músicas do novo disco, duas canções inéditas e uma versão do argentino Carlos Gardel de “El Dia Que Me Queiras”. “Precisava dar essa mão para o passado e consegui essa sacada do Gardel que ouvia nas serestas da família e acabamos fazendo uma versão. Especialmente para Belém, vou cantar uma versão de coração pra coração, que não vou entregar o ouro”, avisa a paraense, que estará acompanhada pelos músicos Davi Amorim (guitarra), Edvaldo Cavalcante (bateria) e Príamo Brandão (baixo).
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar