“Um ponto meio mágico, perto do Ver-o-Peso, com aquela vista pra baía”. Esta é a definição do guitarrista Manoel Cordeiro para o local onde iniciou ontem a quarta edição do festival “Conexão Belém”.
O evento chegou para agregar a diversidade musical paraense, do carimbó ao pop, do tecnobrega à música ele-trônica, com o melhor cenário da cidade. Hoje tem mais música por lá, partir das 19h, no anfiteatro São Pedro No-lasco da Estação das Docas, com acesso livre.
Ontem entre as atrações estava a estreante Camila Honda, que convidou ao palco Daniel Lima e Nilson Chaves, mais Molho Negro, Dona Onete, que recebeu a participação de Aíla, e Felipe e Manoel Cordeiro, que con-taram com o reforço de Ely Farias e da amapaense Patrí-
Belém” é programa para a família toda, a banda Espoleta Blues será a atração para os pequenos fãs.
Essa tradição do evento, de colocar artistas convi-dando outros, mostra fusões inusitadas ou revela parceri-as de longas datas. Manoel Cordeiro, por exemplo, que tem um pé cá no Pará e outro no Amapá, optou por chamar amigos para acom-panhar ele e o filho Felipe no palco. “Ela é uma cantora duas vezes premiada pelo Festival de Música Brasileira. Ele, alguém muito importante para mim. Em 1975 tive uma participação no disco dele, que foi um dos primei-ros artistas paraenses a di-fundir o carimbó elétrico”, comenta Manoel, sobre Patrícia Bastos e Ely Ribeiro.
Conexão Belém
Atrações de hoje: Espoleta Blues, Juca Culatra, Strobo convida Márcio Jardim e Gang do Eletro convida Gina Lobrista.
Onde: Anfiteatro São Pedro, no lasco Estação das Docas (Boulevard Castilhos França)
Hora: De 19h às 23h
Quanto: Entrada franca
(Diário do Pará)
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