Para “Cinderela”, o texto é de Alessandro Dovalle e a direção de Allan Ragazzy, mantendo o requinte dos espetáculos da Broadway. “Entre os dois musicais, o da Cinderela é o que mais agrada ao público adulto, pois funciona muito bem como uma comédia também. O que mais aprecio no teatro é a liberdade de rever esses personagens clássicos, de poder usá-los de forma descontraída”, declara o diretor teatral Leandro Bispo.
No espetáculo, a sonhadora princesa mantém vivo o desejo de encontrar o seu príncipe encantado apesar das dificuldades que vive como empregada na sua própria casa.
Os nomes das personagens também foram mantidos ao estilo clássico, Cinderela sofre com as maldades de sua madrasta Crezilda Bateau Mouche e de suas irmãs postiças Florípedes Bateau Mouche e Acássia Bateau Mouche.
“Os figurinos também são inspirados nos grandes espetáculos americanos... É bem bonito de ver”, comenta Bispo, o que deixa adultos e crianças com grande expectativa para a cena do baile no castelo do Príncipe Derick.
Segundo a narrativa, o príncipe está prestes a completar a maioridade e seu pai, o Rei, cansado do ofício, decide entregar a coroa ao herdeiro do trono. Mas para assumir a Corte, o príncipe precisa se casar.
No baile oferecido para encontrar sua princesa, é que Cinderela chega para ganhar seu coração. Tudo com a ajuda da fada madrinha, que num passe de mágica lhe coloca um belo vestido, com direito a carruagem para levá-la ao baile. Nestes detalhes de cenário, figurino e canções cantadas ao vivo, o público terá tudo para viajar com esses personagens que encantam a todas as gerações.
(Diário do Pará)
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar