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Fabrízio Bezerra estreia como protagonista em peça

Após ter trabalhado em televisão fazendo participação em novelas importantes da TV Globo, como “Mulheres Apaixonadas”, “Boogie Oogie” e, recentemente, “Império”, além da série “Plano Alto”, na TV Record, e também já ter atuado no cinema em filmes como “Ar

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Após ter trabalhado em televisão fazendo participação em novelas importantes da TV Globo, como “Mulheres Apaixonadas”, “Boogie Oogie” e, recentemente, “Império”, além da série “Plano Alto”, na TV Record, e também já ter atuado no cinema em filmes como “Araguaya - A Conspiração do Silêncio”, com direção de Ronaldo Duque, protagonizado o curtas-metragens “Dezembro”, de Fernando Segtowich, “Comigo Ninguém Brinca”, de Bruno Nunes, “A Aposta”, de Marcelo Menezes, “Mais um Dia”, de Fernando Araújo, e até em produções para internet como a websérie “A Caçada”, também de Marcelo Menezes, Fabrízio Bezerra, ator e produtor paraense, está nos palcos de teatro cariocas como protagonista da peça “Um Não Sei Quê Que Nasce Não Sei Onde”, de Maria Jacintha, com a direção de Leonardo Simões. Começa, assim, uma nova fase em sua carreira.

“Estou muito feliz com esse trabalho, que marca a minha estreia nos palcos cariocas. A oportunidade surgiu porque eu tinha feito um videobook e um amigo mostrou para o diretor do espetáculo, que já planejava uma nova temporada. Assumi o protagonista apenas duas semanas antes de estrear, foi um desafio”, disse o artista paraense, que já domina os palcos do teatro com um currículo que soma 13 espetáculos, como “Banquete dos Mendigos”, com a direção de Geraldo Sales, “Capitães de Areia”, com a direção de Marcelo Miranda, “Vai que é Bom” e “É Babado! Uma Vida, Dois Destinos”, ambos com a direção de Emanoel Freitas. Ele também protagonizou o musical “Hairsapray”, com a direção de Paulo Fonseca na versão paraense.

“O teatro é a nossa base. É maravilhoso! Nos dá uma resposta imediata do público. Dizer que todo ator tem que fazer teatro pode parecer algo muito batido, mas é verdade. O teatro vem sempre acompanhado daquele frio na barriga, daquela responsabilidade e emoção. A gente precisa fazer TV e também merece fazer cinema, porque é a coisa mais gostosa do mundo”, completa o artista paraense, que começou sua carreira aos dez anos de idade quando, ainda durante as aulas de educação artística na escola, percebeu que esse era o caminho que queria seguir.

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Espetáculo critica a censura

(Diário do Pará)

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