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Inspirados nos Power Rangers, amigos gravam série

Aos amantes das produções cinematográficas, geralmente, as ideias são muitas; os incentivos e recursos, poucos ou quase nenhum. Vivendo essa realidade, um grupo de amigos paraenses - amantes da 7ª Arte, resolveu procurar ajuda ($$$$) para bancar a produç

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Aos amantes das produções cinematográficas, geralmente, as ideias são muitas; os incentivos e recursos, poucos ou quase nenhum.

Vivendo essa realidade, um grupo de amigos paraenses - amantes da 7ª Arte, resolveu procurar ajuda ($$$$) para bancar a produção da série "Defensores do Norte". Chegaram a oferecer a série para alguns canais pequenos. Sem sucesso na busca por recursos, eles resolveram somar forças para lançar alguns episódios.

Com os R$ 200 (duzentos reais) angariados, a boa ideia na cabeça e muita força de vontade, o grupo gravou o 1º episódio.

Isso foi há três anos, mas os seis amigos ainda têm esperança de dar continuidade à série.

Ficou curioso? Assista ao vídeo e tire suas conclusões:

INSPIRAÇÃO NOS POWER RANGERS

O texto do vídeo de quase sete minutos é assinado pelo professor Woylle Masaki, que também dirigiu a gravação. "Todos os participantes são voluntários. Gravamos em Belém e Ananindeua". O custo basicamente foi com a roupa e transporte. "Dirigi junto com meu irmão Woltaire Masaki, que está se formando pela primeira turma de cinema da UFPA."

"Nosso objetivo era fazer uma produção que tivesse relação com os Power Rangers, mas os power rangers da nossa série são jogadores de futebol, e fazem relação - através das cores, às principais equipes do futebol paraense", explica o autor. O primeiro episódio começa a história da batalha do Guerreiro Lobo contra o guerreiro Leão.

O personagem principal do Defensores do Norte é Nicola Dias, que trabalha com edição de vídeo. Rodolfo Pereira tambem fez parte da equipee faz cinema também. Os outros participantes foram Walter, Thayna e Wander Gomes.

Masaki destaca que não existe incentivo para os que fazem produção cinematográfica. "Não tem nenhum órgão que ajude a produção audiovisual

Não existem locais que ajudem na produção cinematográfica, apenas de documentários. Quem gosta e quer fazer, tem que se virar. A maior parte dos que trabalham em cinema tem que tentar produzir de forma independente".

Atualmente, o grupo tem recorrido ao Financiamento Coletivo - plataforma online onde você coloca o projeto no site e as pessoas compram a ideia.

Essa é uma história bem criativa do Woylle Masaki e seus amigos, que com pouco dinheiro no bolso e bastante união lançaram o primeiro vídeo, na cara e coragem.

E você, tem uma história legal pra contar: manda pra gente: redacao@diarioonline.com.br.

(Bernadeth Lameira)

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