O show de Toquinho acaba sendo um presente dado pelo aniversariante, o Banco da Amazônia, e reforça seu papel na região como um dos maiores investidores em projetos que promovem a democratização da arte e cultura. Desde 2007, o banco lança editais e patrocina projetos nos nove estados da Amazônia Legal. Nos últimos cinco anos, foram mais de R$ 21,5 milhões investidos em projetos culturais, sociais e ambientais. No Edital Público de Patrocínios 2015, mais de 130 projetos foram aprovados. A previsão do banco para este ano é de investimento de R$ 3 milhões, incluindo verbas pela Lei Rouanet. “Os editais surgiram da necessidade de socializar o máximo possível as verbas de patrocínio, de forma transparente e acessível, para que toda sociedade pudesse participar. Fazemos uma ampla divulgação para que os melhores sejam contemplados e também para mostrar a lisura do processo”, explica Luiz Lourenço Neto, gerente executivo de imagem e comunicação do Banco da Amazônia. O cantor Arthur Espíndola já teve dois projetos aprovados pelo banco e acredita que a parceria fortalece a arte produzida no Pará. “A gente precisa de investidores que acreditam no nosso projeto e é muito difícil conseguir empresas que estejam dispostas a investir em arte e cultura. Muitos artistas já tiveram excelentes trabalhos que se materializaram por esse edital, como Nilson Chaves, Pedrinho Callado e Marco André”, lembra Arthur. O banco possui também um prêmio específico para artes visuais, e contempla artistas para exposições no espaço cultural da instituição. Aberta deste segunda, a mostra “A Casa do Caboclo João de Barro”, do artista plástico João Carlos Torres, o Jocatos, é um dos três projetos selecionados este ano (os outros foram “Salve! Tu o Dizes”, de Egon Pacheco, e “Vertigem”, de Alberto Bitar). Jocatos se inspira nas lendas sobre o pássaro joão de barro para criar os objetos em exposição. (Diário do Pará) |
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