Sobre o caráter itinerante do festival, Sérgio conta que a experiência de ser viajante sempre traz respostas diferentes. “Cada nova cidade é um recomeço, são pessoas com referências culturais distintas que vão estar interagindo, não são só trocas de conhecimentos, mas trocas afetivas. O festival é construído por mim aqui em Brasília, pelos paraibanos e por quem está recebendo. Fizemos uma pré-curadoria, mas quem escolheu os dramaturgos foram as pessoas de Belém. Diferente de um festival com residência física, nosso maior desafio é atingir as expectativas de público e nos ajustarmos à realidade de cada lugar, para que a programação seja bem recebida”, detalha o produtor.
Em 16 anos de existência, já foram apresentadas as cenas da Bahia, Ceará, Pernambuco, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná e do Distrito Federal para São Paulo, Rio de Janeiro, Acre, Minas, Espírito Santo, Paraná, Rio Grande do Sul, Bahia, Sergipe, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Mato Grosso do Sul e Goiás.
“Também queremos fazer uma provocação com a chegada do festival ao Pará, no sentido de pensar se esse seria o momento de fazer a cena paraense. Com certeza tenho muita vontade”, diz Sérgio.
(Diário do Pará)
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