Amanhã ocorre mais uma edição do Circular Campina/Cidade Velha, evento que abre as portas de diversos espaços culturais dos dois bairros à visitação durante o dia. Sempre um dos pontos de destaque das programações estão em galerias de arte e desta vez não será diferente. Na Kamara Kó, a experiente Cláudia Leão apresenta um novo recorte para sua mostra “Atlas, Paisagens e Pele: Fluxos de Viagens na Amazônia Insular”, vencedora do 14º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia. Já no Atelier do Porto, o performer Rafael Bqueer apresenta “As Aventuras de Alice no País dos Baurets”, sua primeira exposição, aberta semana passada.
Os dois artistas são provocadores, como é o papel da própria arte, levando o público a pensar sobre assuntos bem atuais. No caso de Rafael Bqueer, a questão do preconceito de gênero está em foco.
“O Rafael tem um trabalho que posso definir como provocativo. Suas obras são críticas acerca da homoafetividade e outros temas capazes de provocar diretamente a faixa mais conservadora da sociedade. Com essa personagem, Alice, ele realiza suas intervenções nas ruas e colhe as reações – nem sempre positivas – das pessoas”, explica o artista plástico Armando Sobral. Na mostra, o jovem artista apresenta objetos e fotografias que ora o mostram em intervenções diante de prédios históricos, ora em cenas emblemáticas no antigo Lixão do Aurá. Parte da mostra também é interativa, permitindo troca com o público visitante.
Fechando a exposição “As Aventuras de Alice”, uma vídeo-instalação gravada no dia seguinte ao recente incêndio nos casarões históricos do centro comercial de Belém este ano. “Logo após o incêndio, o Rafael realizou uma intervenção cênica no local, gerando algumas fotografias também e captando a reação das pessoas”, conta Sobral.
Amanhã ocorre mais uma edição do Circular Campina/Cidade Velha, evento que abre as portas de diversos espaços culturais dos dois bairros à visitação durante o dia. Sempre um dos pontos de destaque das programações estão em galerias de arte e desta vez não será diferente. Na Kamara Kó, a experiente Cláudia Leão apresenta um novo recorte para sua mostra “Atlas, Paisagens e Pele: Fluxos de Viagens na Amazônia Insular”, vencedora do 14º Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia. Já no Atelier do Porto, o performer Rafael Bqueer apresenta “As Aventuras de Alice no País dos Baurets”, sua primeira exposição, aberta semana passada.
Os dois artistas são provocadores, como é o papel da própria arte, levando o público a pensar sobre assuntos bem atuais. No caso de Rafael Bqueer, a questão do preconceito de gênero está em foco.
“O Rafael tem um trabalho que posso definir como provocativo. Suas obras são críticas acerca da homoafetividade e outros temas capazes de provocar diretamente a faixa mais conservadora da sociedade. Com essa personagem, Alice, ele realiza suas intervenções nas ruas e colhe as reações – nem sempre positivas – das pessoas”, explica o artista plástico Armando Sobral. Na mostra, o jovem artista apresenta objetos e fotografias que ora o mostram em intervenções diante de prédios históricos, ora em cenas emblemáticas no antigo Lixão do Aurá. Parte da mostra também é interativa, permitindo troca com o público visitante.
Fechando a exposição “As Aventuras de Alice”, uma vídeo-instalação gravada no dia seguinte ao recente incêndio nos casarões históricos do centro comercial de Belém este ano.“Logo após o incêndio, o Rafael realizou uma intervenção cênica no local, gerando algumas fotografias também e captando a reação das pessoas”, conta Sobral.
A quem pertence esse mundo de água?
(Lais Azevedo/Diário do Pará)
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