plus
plus

Edição do dia

Leia a edição completa grátis
Edição do Dia
Previsão do Tempo 23°
cotação atual R$


home

_
_

FliPA abre caminhos de articulação

“Passei mais de dez anos sem publicar fisicamente. O primeiro livro em papel foi o oitavo. Mas ainda dialogo com os leitores pela internet, para fomentar a literatura, divulgar o que eu faço”. Este é Andrei Simões, tido lá fora como um dos autores da nova

twitter Google News

“Passei mais de dez anos sem publicar fisicamente. O primeiro livro em papel foi o oitavo. Mas ainda dialogo com os leitores pela internet, para fomentar a literatura, divulgar o que eu faço”. Este é Andrei Simões, tido lá fora como um dos autores da nova geração do Norte. Publicou os livros “Putrefação”, “Zon, O Rei do Nada” e tem um conto na antologia “Desnamorados”. O primeiro livro saiu pela Novo Século e os demais pela Empíreo, editoras paulistas com distribuição nacional.

Utilizando ciência e ocultismo, navegando entre o realismo fantástico e o horror, o escritor tem conseguido impressionar. “O espaço cyber é tudo e nada. O que a gente sente é que muito leitor só consome literatura fácil, de humor. Tem um pouco a ver com distribuição, mas também com a forma como algumas livrarias se organizam – ou não – em colocar a literatura local em uma estante”, diz Andrei.

Por isso o autor é um dos defensores da FliPA – Feira de Literatura Paraense, que deixa de lado a ideia de que literatura paraense é apenas “histórias de boto e curupira e percebe que tem autores com obras universais em seu conteúdo”.

Este ano, a FliPA acontece nos dias 17 e 18 de outubro, com 12 autores convidados e aberta a participações. “Outros autores que queiram mostrar seus livros, podem”, avisa Edyr, um dos organizadores.

A Fox, que tem espaço específico para a literatura produzida no Pará, além de incluí-la na vitrine e balcão de venda, abriga a feira. “O paraense tem conosco o tratamento de qualquer autor. É nossa responsabilidade cultural”, declara Deborah Miranda, diretora comercial da livraria. “Nós precisamos de preservar a memória cultural do estado e a literatura faz parte dela”, defende.

E conclui: “Quando você fala da Amazônia, tem expoentes como o amazonense Milton Hatoum, então por que não um paraense? Edyr está na França com várias obras, e o primeiro fim de semana de ‘Pssica’ aqui teve todos os exemplares vendidos. Acho isso fantástico! O Edyr amadureceu como autor e ter essa visibilidade é o que pode incentivá-lo a continuar”.

(Diário do Pará)

VEM SEGUIR OS CANAIS DO DOL!

Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.

Quer receber mais notícias como essa?

Cadastre seu email e comece o dia com as notícias selecionadas pelo nosso editor

Conteúdo Relacionado

0 Comentário(s)

plus

    Mais em _

    Leia mais notícias de _. Clique aqui!