Demonstrações de racismo, machismo e intolerância decepcionaram os fãs da saga Star Wars nessa terça-feira (20), após o lançamento do último trailer do filme “O despertar da força”: um movimento online pede o boicote da produção, por apresentar uma mulher e um negro como protagonistas.
Através da hashtag #BoycottStarWarsVII, a campanha afirma que o filme promove um "marxismo cultural" e o "genocídio branco", por colocar o ator John Boyega (no papel de Finn, o primeiro stormtrooper negro de toda série) como um dos protagonistas da nova franquia, ao lado da atriz Daisy Ridley (que fará o papel de Rey).
Segundo especulações de fãs da série, depois do novo trailer, há possibilidade de Finn viver um Jedi no novo filme, após uma cena em que o personagem aparece empunhando um sabre de luz.
“Já que Star Wars não quer pessoas brancas, então não querem nosso dinheiro também”, tuitou o perfil “Critical Spooking”. “Boicote Star Wars VII porque ao invés de usar a força, eles usam ações afirmativas”, postou o perfil “WhiteDoggiePrivilege”, também por meio do Twitter.
As redes sociais também tiveram uma onda de respostas aos comentários preconceituosos: “Eu espero que os apoiadores de #BoycottStarWarsVII não descubram que a voz do nosso Darth Vader é de um HOMEM NEGRO”, tuitou um internauta.
O próprio diretor do novo filme, J.J Abrams, postou uma mensagem nas redes sociais: “Mal podemos esperar para compartilhar o trailer com vocês esta noite. Não importa se você é negro, branco, marrom, jawa, wookie, jedi ou sith. Apenas espero que vocês gostem”.
O novo “Star Wars” chega aos cinemas nos dias 17 de dezembro deste ano.
(DOL com informações Adoro Cinema e UOL)
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