Opúblico de Belém poderá conhecer hoje a nova performance cênica do ator paraense Rudrigo Sagar. “Baile de Máscara Balinesa” é um estudo cênico sobre a dança asiática surgida nos templos de Balim na Indonésia, que usa a máscara como guia para descobrir uma outra relação entre ator e espectador, pautada pelo lúdico, pelo mistério e pela fantasia. A performance é uma das atrações da “Amostra Aí”, que acontece no Casarão do Boneco, e ainda inclui contações de histórias, espetáculos, conversas, além de brechó, exposição e comidinhas.
O Grupo de Teatro Universitário-RUA participa da programação com performances que resultam do projeto de extensão da Escola de Teatro e Dança da UFPA, orientado pela professora Adriana Cruz, integrante do grupo In Bust, o responsável pelo Casarão dos Bonecos. Com um processo criativo desenvolvido em parte dentro do Casarão, os alunos usam bonecos para fazer intervenções na rua, em pequenas performances.
A atriz Marluce Araújo, formada em Arte Dramática – Escola Técnica Estadual de Teatro Martins Pena/RJ e graduada em Teatro pela UFPA, promove a “Vivências Lúdicas Para Pais e Filhos”, com jogos e brincadeiras, que acompanham a trajetória do homem desde os tempos mais remotos até a sociedade em que vivemos. O foco é a arte do brincar, através de jogos teatrais, brincadeiras cantadas, danças circulares e contação de história, que se propõem uma forma de estreitar o relacionamento de pais e filhos.
Já a Companhia de Teatro Madalenas apresenta o espetáculo “La Fábula”, um mergulho no universo mágico presente em contos da literatura universal, encenados com o formato do teatro de rua. Os personagens são figuras conhecidas mundialmente, como Dom Quixote, o Homem de Lata, de “O Mágico de Oz”, o Velho do Saco e uma Rainha Altiva, que reúne várias referências às rainhas dos contos de fada. Na peça, ela se alimenta de histórias e terá sua fome aplacada por três súditos que exercerão a função de contadores de histórias. O texto recebeu o Prêmio Myriam Muniz de Teatro 2012 – Circulação, e Prêmio Patrocínio Cultural do Banco da Amazônia 2011, e já teve mais de cem apresentações na Região Metropolitana de Belém e fora do Estado.
(Diário do Pará)
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