Já são mais de 20 anos de história desde que o É o Tchan fez o Brasil botar “a mão no joelho e dar uma abaixadinha”, e de lá para cá foi um sucesso atrás do outro. Com a volta da banda aos palcos, liderada pela dupla Beto Jamaica e Compadre Washington, com seu pagode misturado com axé e cheio de duplo sentido, o É o Tchan chega hoje a Belém para encerrar o mês das férias com apresentação única no Insano Marina Club, a partir das 16h.
A geração que virou o século 21 rebolou muito ao som do grupo. Eram músicas que não podiam faltar na playlist dos DJs em festas, fossem elas em boates ou eventos de família, e cheios de passos marcados tentando reproduzir a ginga de Carla Perez (depois Sheila Mello), Débora Brasil (depois Scheila Carvalho) e Jacaré. Em muitos lares, mesmo passado tantos anos, a tradição segue até hoje, como conta a estudante Aimê Agne. “Nas confraternizações familiares o ‘pau que nasce torto’ e a ‘dança da cordinha’ são hinos”, garante.
Foram mais de seis milhões de discos vendidos desde 1994, o que rende o vasto repertório para o show de hoje, e a produtora Geu Rupf espera um público mais jovem para o show em Belém. “A memória nunca morre. Em todas as programações em que tocamos as canções sensuais do É o Tchan o público vai a delírio, e neste domingo não deverá ser diferente. Esperamos relembrar essa febre dos anos 1990”, convida Geu.
Veja o último sucesso do grupo:
(Fábio Cadete)
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