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A arte perdeu muitas de suas estrelas em 2016

Ao longo de 2016, em quase todas as artes, estrelas se apagaram. Muitos deles, referências para várias gerações, como o músico David Bowie, ícone estético e artístico; o cineasta Hector Babenco, diretor de filmes de grande sucesso no país, como “Carandiru

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Ao longo de 2016, em quase todas as artes, estrelas se apagaram. Muitos deles, referências para várias gerações, como o músico David Bowie, ícone estético e artístico; o cineasta Hector Babenco, diretor de filmes de grande sucesso no país, como “Carandiru” (2003); e o bailarino Augusto Rodrigues, considerado o pai da dança no Pará.

Além destes, outros nomes igualmente importantes para a cena cultural paraense partiram e geraram comoção, como Acyr Castro, conhecido principalmente por sua atuação como crítico de cinema e fundador da Associação dos Críticos de Cinema do Pará; e Rubens Mota, o inesquecível “Anormal do Brega”, criador de letras marcantes.

Houve ainda, a morte trágica do ator Domingos Montagner; e a que comoveu crianças de todas as idades, a morte do ator mexicano Rubén Agguirre Fuentes, o querido ‘Professor Girafales’.

(Laís Azevedo/Diário do Pará)

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