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Show marca lançamento do Circuito Cultural

Dentro das comemorações dosseus 75 anos, o Banco da Amazônia lança hoje o Programa Circuito Cultural, que deverá dobrar o aporte de recursos para projetos de todas as linguagens artísticas. A iniciativa, apesar de nova, é parte da história da instituição,

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Dentro das comemorações dosseus 75 anos, o Banco da Amazônia lança hoje o Programa Circuito Cultural, que deverá dobrar o aporte de recursos para projetos de todas as linguagens artísticas. A iniciativa, apesar de nova, é parte da história da instituição, que tem incentivado por meio de diversos mecanismos a realização de espetáculos, exposições, shows, circuitos, festivais de artistas paraenses e estados da Amazônia Legal onde o banco atua.

Anualmente, são cerca de R$ 3 milhões destinados a projetos de cultura, ambiental e social.

Luiz Lourenço de Souza Neto, gerente de imagem e comunicação do banco, informa também que os contemplados no edital de seleção de patrocínios da área artística, a partir deste ano, serão incluídos no programa, como forma de impulsionar as atividades dos projetos. O lançamento do programa ocorrerá em todas as capitais em que o banco atua.

“Começamos por Belém, agora, e depois vamos passar por todas as capitais. Em setembro já vamos dar início à primeira etapa do circuito, com atividades de teatro, cinema, artes visuais, música. É mais uma forma de estarmos apoiando a cultura regional, a manifestação da nossa região, que tem uma cultura diferente de outras regiões do país, e valorizarmos o que é nosso. É um sonho se tornando realidade, trazendo a cultura para mais perto da população. A tendência é crescer ainda mais, podem aguardar novidades”, diz.

Para marcar a abertura do programa, a cantora Lia Sophia fará um show especial hoje, às 21h, no Teatro Maria Sylvia Nunes, na Estação das Docas, em um evento para convidados. A cantora vai apresentar seus maiores sucessos, como “Ai, Menina”, bregas antigos, que ela gravou com novos arranjos no disco “Amor, Amor”, além de músicas como “Foi Assim”, de Paulo André Barata. e “Rodopiado”, de Ronaldo Silva.

“Fiquei muito feliz com o convite, pois é a uma instituição que está na história da música paraense, apoiando vários artistas, e quando cheguei em Belém, em 1995, para estudar, lembro que o banco já fazia ações desse tipo. Eu cantava nas Quintas Culturais. Faço parte dessa história também”, diz a cantora, que está na reta final da mixagem de seu quinto disco, produzido pelo cantor e compositor carioca Pedro Luís, e que reúne nomes como Sebastião Tapajós, Nanna Reis, Luiz Pardal e Paulo Moura.

(Diário do Pará)

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