A ponte sobre o Rio Araguaia, localizada na BR-230, na divisa entre os estados do Tocantins e do Pará, tornou-se alvo de uma operação de monitoramento rigoroso. Novos relatórios técnicos apontaram sinais de desgaste estrutural, incluindo redução de rigidez e danos visíveis no concreto, o que gerou um alerta imediato das autoridades.
Medidas Preventivas
Após pressões de autoridades locais, incluindo um ofício urgente entregue pelo deputado federal Ricardo Ayres (Republicanos-TO) à direção do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), o órgão federal iniciou, em 14 de abril, uma força-tarefa no local. Especialistas realizam ensaios técnicos e levantamentos detalhados para diagnosticar a gravidade das patologias detectadas.
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Os problemas apontados nos documentos técnicos incluem:
• Deterioração do concreto: Sinais de esfarelamento.
• Exposição de armaduras: Riscos à integridade da estrutura metálica interna.
• Perda de rigidez: Redução de cerca de 8% em relação aos parâmetros originais do projeto.
Rotas Alternativas Orientadas pelo DNIT
Para evitar riscos e manter a fluidez do tráfego entre Marabá (PA), Imperatriz (MA) e cidades tocantinenses, o DNIT recomenda que os motoristas optem por trajetos alternativos:
1. Via Xambioá (TO): Seguir pela BR-153 e realizar a travessia da ponte que liga Xambioá (TO) a São Geraldo do Araguaia (PA).
2. Via Buriti do Tocantins (TO): Percorrer a BR-230 e a TO-010, utilizando a balsa no Rio Tocantins e seguindo pelas rodovias MA-125 e BR-222 até Marabá.
3. Via Esperantina (TO): Realizar a travessia por balsa até São João do Araguaia (PA).
4. Via Imperatriz (MA): Utilizar a BR-010 e a BR-222. Esta opção é totalmente pavimentada e não exige o uso de balsas.
O DNIT reforça que a situação da ponte é acompanhada continuamente por suas equipes técnicas. A recomendação principal é que os usuários da via sigam as orientações de desvio para garantir a segurança no transporte de cargas e passageiros entre os dois estados.
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