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TRAGÉDIA

Mulher morre ao colidir moto com automóvel na BR-230 

Vítima retornava de uma cavalgada na Vila Diamante quando ocorreu o acidente

domingo, 26/09/2021, 10:07 - Atualizado em 27/09/2021, 09:11 - Autor: Alessandra Gonçalves


Jéssica Padilha voltava de uma cavalgada quando ocorreu o acidente
Jéssica Padilha voltava de uma cavalgada quando ocorreu o acidente | Reprodução

O uso de motocicletas vem se tornando cada vez maior, isso se deve a praticidade, velocidade e facilidade de vencer o trânsito, além dos gastos que muitas vezes são bem menores se comparado a outros veículos. 

Mas para toda vantagem, tem a sua desvantagem, e a de quem está a bordo de uma moto está nos altos riscos de acidentes durante o trajeto, o que infelizmente pode causar grandes danos à saúde ou até mesmo uma fatalidade. 

Na noite deste sábado (25), uma mulher morreu vítima de acidente de trânsito quando retornava de uma cavalgada na vila Diamante, conhecida como KM 40, município de São João do Araguaia, no sudeste do estado. 

Testemunhas relataram a policiais rodoviários federais que a autônoma Jéssica Moreira Padilha, 27 anos, pilotava uma motocicleta quando tentou ultrapassar uma carreta na BR-230, mas, acabou colidindo com um carro que seguia na mão contraria. 

Com o forte impacto da batida, a mulher caiu no chão e morreu na hora. “Foi um baque fatal”, informou o ex-marido de Jéssica, Sandro da Silva Nogueira.

 

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Ele contou ainda que apesar de estarem separados, eles se davam muito bem. “É uma pessoa que vai fazer muita falta para a nossa família. Tanto eu ajudava ela, como ela me ajudava, quando precisávamos. A dor é muito grande da gente, dos meus filhos também, que vão ficar sem mãe”, lamentou o ex. 

Jéssica Padilha tinha três filhos, sendo uma de 13, um de 11 e um de 5 anos, este último morava com o avô materno em Itaituba, sudoeste paraense. 

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Motociclista morre após colidir contra caminhonete. Vídeo

Familiares da autônoma estavam no Centro de Perícias Científicas “Renato Chaves” na manhã deste domingo (26), muito abalados. A mãe da vítima, não tinha condições de falar. 

O corpo da autônoma passaria por necropsia e em seguida seria liberado para velório e sepultamento. 


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