Uma fã brasileira foi condenada pela Justiça da Coreia do Sul por perseguir o cantor Jung Kook, um dos astros mais populares do grupo de K-pop BTS. A sentença determinou a pena de um ano de prisão em regime fechado, além de dois anos de liberdade condicional. Após o cumprimento das penalidades, a jovem será deportada de volta para o Brasil.
A mulher foi indiciada com base na rigorosa Lei Anti-Perseguição sul-coreana (stalking) e também por invasão de propriedade.
O histórico das abordagens obsessivas
A investigação detalhou que o comportamento da brasileira escalou de forma alarmante nos últimos meses na tentativa de se aproximar do artista:
• Invasão de privacidade: Em apenas um único dia, no fim do ano passado, ela chegou a tocar a campainha da residência de Jung Kook 133 vezes, além de deixar cartas íntimas e fotografias espalhadas na porta do imóvel.
• Flagrante e prisão: A detenção ocorreu em 13 de dezembro, quando a jovem foi flagrada tentando invadir a propriedade do cantor ao seguir os passos de um entregador de comida.
• Desrespeito às ordens: Ela já havia sido detida anteriormente pela polícia local e liberada sob a condição de manter distância do astro, mas ignorou as advertências formais e continuou com as tentativas de contato.
Veja também
- 3ª temporada de "A Casa do Dragão" estreia hoje na HBO
- Grávidas, Sabrina Sato e Tati Machado trocam mensagens sobre maternidade
- Nova Lara Croft não foi criada para agradar grupos, diz diretor
Fã alega conexão espiritual com o artista
Nas redes sociais, a brasileira — identificada como Daliane Ferreira — manifestou-se sobre o caso e demonstrou não ter dimensão da gravidade de suas ações. Ela defende publicamente a tese de que ela e Jung Kook possuem um vínculo místico e que nunca se conheceram pessoalmente por interferências externas.
Declaração da fã: “Ele deve estar deprimido lá porque um sente o outro, a alma gêmea. O vazio que você sente, a dor que você sente, não pode ser preenchido se não for pela sua alma gêmea, que está em outro lugar”, afirmou em uma de suas publicações na internet.
O processo agora segue os trâmites do sistema penitenciário sul-coreano, e a embaixada brasileira deve acompanhar os procedimentos de deportação da cidadã assim que a pena imposta pela corte de Seul for integralmente cumprida.
Seja sempre o primeiro a ficar bem informado, entre no nosso canal de notícias no WhatsApp e Telegram. Para mais informações sobre os canais do WhatsApp e seguir outros canais do DOL. Acesse: dol.com.br/n/828815.
Comentar