O Ginásio Poliesportivo Doutor Renato Veloso, localizado na Folha 16, Nova Marabá, foi o cenário de uma grande mobilização social na manhã de hoje. O espaço abrigou mais de mil crianças e adolescentes integrados ao projeto social "Águia Formando Cidadãos pelo Futebol".
Em uma manhã marcada pela celebração, o programa, que já possui uma trajetória consolidada de 13 anos em Marabá no sudeste paraense, alcançou sua marca histórica, registrando um recorde absoluto de atendimentos em 2026.
Durante o evento de abertura desta nova etapa assistencial, a garotada beneficiada recebeu kits esportivos completos contendo camisa, calção, meião e chuteiras, itens indispensáveis para o bom desempenho e padronização nos treinamentos.
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Além do fardamento, a ação comunitária promoveu uma série de serviços rápidos voltados aos cuidados com a saúde e bem-estar dos jovens, acompanhados da distribuição de lanches.
A iniciativa, promovida pela Organização Pará Brasil (OPA Brasil) em parceria com o clube Águia de Marabá, cumpre um papel fundamental no contraturno escolar. O objetivo central vai muito além de lapidar novos talentos para os gramados: busca-se preencher o tempo ocioso da juventude periférica por meio da disciplina, promoção da saúde e cidadania ativa.
Critério socioeducativo
A descentralização é um dos pilares do sucesso do programa. Atualmente, as atividades estão estruturadas em sete núcleos estratégicos distribuídos pelas regiões mais vulneráveis de Marabá.

O atendimento estende-se a localidades urbanas e rurais, incluindo a Vila São José (no quilômetro 8), Vila Sororó, Bairro Araguaia, São Félix, Nova Marabá, Acrobe e o Centro de Referência de Asistência Social (CRAS) do Bela Vista.
Para assegurar o caráter genuinamente social do projeto, os critérios de permanência são rigorosos. A coordenação exige a apresentação periódica do comprovante de matrícula e a frequência regular em instituições de ensino público, blindando a iniciativa contra a evasão escolar.
"É um prazer proporcionar esses momentos para a sociedade marabaense e transformar recursos públicos em benefícios diretos. O projeto oscilou ao longo de 13 anos, mas hoje celebramos este recorde de mil atendidos. Exigimos que comprovem o vínculo com a escola pública, pois o foco é a juventude carente", declarou Roberto Ramalho, presidente da OPA Brasil.
Com essa estrutura, o projeto reafirma-se como uma das principais ferramentas de transformação e inclusão social na região de Carajás. (Com apoio de James Oliveira, da RBATV)
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